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Séc. XIX

Foram localizados 13 resultados para: Séc. XIX

 

Referência:14701
Autor:ALORNA, Marquesa de
Título:OBRAS POETICAS DE D. LEONOR D'ALMEIDA PORTUGAL LORENA E LENCASTRE, Marqueza d'Alorna, condessa d'Assumar, e d'Oeynhausen, conhecida entre os poetas portugueses pelo nome de ALCIPE.
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1844. Seis tomos encadernados in-4º com XLVIII-307-(8), 383-(12), 299-(4), 289-(2), 330-(4) e 527-(8) págs. Encadernação coeva meia inglesa em calf verde com dizeres e florões ao gosto romântico na lombada. Primeiro volume encerra um retrato litografado da Marquesa de Alorna.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

MUITO INVULGAR.

Observações:

Reunião das obras escritas e traduzidas pela Marquesa de Alorna e que foram publicadas postumamente.

Tomo I: Noticia Biographica (pag. V a pag. XLVIII) das três épocas pricipais da sua vida: 1ª- menina e donzella; 2ª- Condessa d' Oeynhausen; 3ª- Marqueza d' Alorna.; Poesias compostas no mosteiro de Chellas; Poesias escriptas depois da sa­hida do mosteiro de Chellas.
    Tomo II: Continuação das poesias lyricas, escriptas depois da sahida do mosteiro de Chellas.
    Tomo III: A primavera, tradução livre do poema das Estações de Thompson; os primeiros seis cantos do Oberon, poema de Wieland, traduzidos do alemão; Darthula, poema traduzido de Ossian; tradução de uma parte do livro I da llliada em oitava rima.
    Tomo IV: Recreações botanicas, poema original em seis cantos; O Cemiterio d'aldeia, elegia, imi­tada de Gray; O Eremita, balada imitada de Goldsmith; Ode, imitada de Fulvio Testi; Ode de Lamartine a Filinto Elysio, traduzida; Epistola a lord Byron, imitação da 2ª meditação de Lamartine; imitação da 28ª meditação do mesmo poeta, intitulada: Deus.
    Tomo V: Poetica de Horacio; Ensaio sobre a critica, de Pope; O roubo de Proser­pina, poema de Claudiano em quatro livros .
    Tomo VI: Paraphrase dos cento e cinquenta salmos que compõem o Psalterio, em várias espécies de ritmo seguida da paráfrase do varino cânticos bíblicos e hinos da igreja.


Da Infopédia:
"... Poetisa, tradutora e pedagoga portuguesa, nascida em 1750 e falecida em 1839, D. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, mais conhecida por Marquesa de Alorna, foi uma figura de rara erudição, autora de uma obra epistolar ainda por descobrir e grande divulgadora das novas ideias vindas da Europa.
Neta da marquesa de Távora, foi encerrada, ainda menina, no convento de Chelas, pelo facto de o seu pai ter sido preso, acusado de participar no atentado ao rei D. José. Aí passou a sua juventude (1758-1777), saindo apenas após a morte do Marquês de Pombal. No recinto eclesiástico, onde viveu desde os 8 anos, ocupava o tempo com música, poesia e com os amigos e pretendentes literatos que alimentavam a sua formação arcádica. Entre estes homens iluminados destaca-se o Padre Francisco Manuel do Nascimento, mais conhecido pelo seu pseudónimo Filinto Elísio, que lhe deu lições e a batizou com o nome arcádico de Alcipe, alimentando as suas precoces tendências filosóficas, tolerantistas, cientistas e progressistas. Em 1779, casou com um oficial alemão naturalizado português, o conde de Oeynhausen, e viajou por Viena - onde ele foi nosso ministro -, Berlim e Londres. Nessas estadias desenvolveu o gosto pela poesia sentimentalista ou descritiva, traduzindo ou imitando Delille, Wieland, Buerger, Goëthe, Young, o pseudo-Ossian, Gray e Thomson. Falecido o irmão primogénito, herdou o título de Marquesa de Alorna, por que se tornou mais conhecida. Em Paris, D. Leonor frequentou o salão de Madame Necker e conheceu, em 1780, Madame de Staël, com quem depois, no seu exílio londrino, se relacionou mais intimamente. No entanto, o francesismo da marquesa de Alorna é mais de divulgação de autores pré-românticos ou já românticos, franceses ou conhecidos através da França, do que de funda consciência cultural. Enviuvou em 1793, ficando com seis filhos para educar. A fundação, por parte da marquesa, da Sociedade da Rosa, concebida para frustrar a ameaça napoleónica, levou à desconfiança de Pina Manique e ao consequente exílio em Londres numa quase miséria. De regresso a Portugal, fez dos seus salões de S. Domingos de Benfica focos das novas ideias estéticas, pela frequência de literatos de diversas gerações, desde os últimos árcades até aos primeiros românticos como Herculano. A sua extensa obra denuncia tendências diversas como o arcadismo, presente nas suas traduções de autores greco-latinos, que vão a par de outras traduções de autores modernos; a poesia cientista (Recreações Botânicas) e o sentimentalismo e melancolia expressos em algumas composições. Percorreu os mais variados subgéneros e estruturas formais (epístolas, odes, sonetos, éclogas, elegias, canções, apólogos, epigramas, cantigas), colorindo-os ora de laivos de filosofismo, ora de sentimentalismo pré-romântico ...".
 

Preço:285,00€

Referência:14737
Autor:BAILEY, Gauvin Alexander; MASSING, Jean-Michel & SILVA, Nuno Vassalo e
Título:MARFINS NO IMPÉRIO PORTUGUÊS - IVORIES IN THE PORTUGUESE EMPIRE
Descrição:

Scribe, Lisboa, 2013. In-fólio de 293-3 págs. Cartonagem editorial. Nítida impressão sobre papel de brilho sedoso e gramagem superior.

Esgotado assim que publicado.

Observações:

Edição de luxo com ilustrações, às dezenas, de página inteira, reproduzindo obras de arte em marfim de proveniencias distintas das antigas possesões portuguesas no ultramar, desde África Ocidental, Índia, Sri Lanka, o Sudeste Asiático, China, Macau e Japão.

Preço:75,00€

Referência:14627
Autor:BRANCO, Camillo Castello
Título:QUESTÃO DA SEBENTA. Colecção Completa (Opusculos I a IX)
Descrição:

Ernesto Chardron, Porto, 1883. In- 8º gr. de IX números ou opúsculos. Volume desencadernado conservando as capas de brochura anterior e posterior desta última edição conjunta. Colecção completa. Todos os opúsculos estão bem conservado e apenas os opúsculo V a IX é que são da edição original. Bem conservados.

Observações:

estão reunidos os nove artigos  que formam a colecção completa desta interessante questão literária travada entre Camilo Castelo Branco, o Dr Avelino Callisto e  José Maria Rodrigues, a propósito dumas notas escritas pelo grande escritor à Sebenta do Dr. Callisto, são :  I -Notas à Sebenta do Dr.  Avelino Cesar Callisto , por Camilo Castelo Branco.; II - Ao Público. O Sr. C.Castelo Branco e as suas notas à sebenta, por A.C.Callisto  .; III -Duas Palavras ao Sr. C. Castelo Branco, por José Maria Rodrigues...; IV -Notas ao folheto do Dr. A.C.Callisto..., por C. Castelo  Branco.; V - A Cavalaria da Sebenta Resposta ao Theologo, por  C. Castelo Branco.; VI - As Evasivas do Sr. C.Castelo Branco, por José  Maria Rodrigues...; VII - Segunda Carga de Cavalaria. Réplica ao Padre, por C.Castelo Branco. ; VIII - A Réplica do Sr. C. Castelo Branco,  por José  Maria Rodrigues...; IX - Carga Terceira . Tréplica ao Padre,  por C. Castelo Branco.

Preço:70,00€

Referência:14594
Autor:CASTILHO, António Feliciano de
Título:TRACTADO DE METRIFICAÇÃO PORTUGUEZA para em pouco tempo e até sem mestre, se aprenderem a fazer versos de todas as medidas e composições.
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1851. In-8º de VIII-160 págs. Encadernação moderna meia francesa com cantos em pele, rótulos gravados com dizeres dourados na lombada. Decoração dourada em filetes estilizados nas pastas. Aparo generalizado. Conserva a capa de brochura anterior, com rúbrica de posse. Exemplar muito fresco em excelente estado de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO da obra que conheceu muitas mais ao longo de quase oito décadas.

Observações:

Do prólogo:

"... O presente livro é um quasi tratado, segundo eu soube e pude fazel-o; e ao mesmo tempo compendio, que por breve e claro não deixará de aproveitar aos principiantes. Examinando tudo o que sobre versificação se escrevera em nossa língua, convenci-me de que a matéria estava apenas encetada ...".

 

Preço:47,00€

Referência:14589
Autor:CASTRO, Eugénio de
Título:SALOMÉ e outros poemas
Descrição:

Livraria Moderna de Augusto D´Oliveira Editor, Coimbra, 1896. In-8º de (6)-88-(3) págs. Encadernação coeva (?) em chagrin vermelho, com cantos. Pastas com cercaduras douradas e lombada fina e elegantemnte decorada a ouro com elaborados ferros. Ambas a capas de brochura preservadas e com raros picos de humidade. Miolo muito limpo. Guardas em papel tintado manualmente. Ligeiro aparo generalizado. Nítida impressão de esmerado apuro gráfico sobre papel algodão de qualidade superior.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Eugénio de Castro (1869-1944) foi autor responsável pela introdução do Simbolismo em Portugal.

Preço:90,00€

Referência:14623
Autor:FREITAS, José Antonio de
Título:ESTUDOS CRITICOS SOBRE A LITERATURA DO BRAZIL por ... I- Lyrismo Brazileiro
Descrição:

Typographia das Horas Romanticas, Lisboa, 1877. In-8º de 142-(1) págs. Encadernação coeva inteira de pele mosqueada com dourados na lombada esta com rótulo de pele verelha inscrita com dizeres também dourados. Exemplar em excelente estado de conservação, sem defeitos apontar, a não ser o tradicional aparo marginal e a ausência de capas de brochura, prática tão recorrente na encadernação da época.

Observações:
Preço:32,00€

Referência:14404
Autor:MOREIRA, Francisco Roque de Carvalho
Título:PATRIOTICO ONDE EM DIVERSAS POEZIAS se toca a primeira, segunda, e terceira expulsao dos Francezes: Se redarguem os seus partidistas, sao louvados de authores de liberdade de Portugal, e os principaes chefes, que os dirigirao ate momento da queda ...
Descrição:

Na Nova Impressão de Viuva Neves e Filho, Lisboa, 1816. In-8º de 206 págs. Brochado. Capas coevas em papel impresso. Livro mantendo a sonoridade original do papel, mantendo as largas margens desencontradas intactas. Frontspício pequeno corte marginal.

Observações:

Obra dividida em 36 Odes com preciosas anotações impressas em roda-pé.

Preço:50,00€

Referência:14696
Autor:Sem autoria
Título:CODIGO ADMINISTRATIVO PORTUGUEZ
Descrição:

Typ. de E. J. da C. Sanches, Lisboa, 1837. In-8º de 110-(2) págs. Desencadernado. Assiantura de posse coeva no frontspicio. Papel em muito bom estado de conservação, embora um pouco empoeirada a primeira e última página, mantendo a sonoridade original do papel.

Observações:

Trata-se da edição original do primeiro Código Administrativo Português, que introduziu o conceito na tradição administrativa de Portugal. A Lei de 25 de Abril de 1835, que se integrou depois no Código Administrativo de 1836, complementado pelo Decreto de 6 de Novembro de 1836, operacionalizado a 31 de Dezembro de 1836 e referendado por Passos Manuel (Manuel da Silva Passos), consituitui a sua grande reforma, operada pelo Decreto referido de 6 de Novembro, que extinguiu 498 concelhos em Portugal Continental. Repondo-se em vigor, no dia 10 de Setembro de 1836, a Constituição de 1822, esta reforma ficou conhecida na sequência da conhecida Revolução de Setembro e constitui a segunda rotura da Carta Constitucional. O País foi então dividido em distritos, concelhos e freguesias. O distrito passou a ser dirigido por um administrador-geral, o concelho por um administrador e a freguesia por um regedor. Ao lado destes funcionavam órgãos colegiais: a junta administrativa no distrito, a câmara municipal no concelho e a junta da paróquia na freguesia. Aquele Decreto de 6 de Novembro de 1836 criou 21 novos concelhos em Portugal Continental, ficando a existir 351 municípios.
 

Preço:125,00€

Referência:14603
Autor:Sem autoria
Título:MÉMOIRE PRESENTÉ PAR LE GOUVERNEMENT PORTUGAIS SUR LA RÉCLAMATION DU SUJET ITALIEN MICHELANGELO LAVARELLO soumise par accord des gouvernements italien et portugais a l'arbitrage de S. M. la Reine de Hollande.
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1892. In-4º de 147 págs. Brochado. Cadernos por abrir, dedicatória autógrafa na capa de brochura. Papel acidificado e capas empoeiradas. Exemplar em bom estado.
 

Observações:

Curiosa memória sobre direito maritimo elaborado à custa de um caso particular sucedido em São Vicente de Cabo Verde no ano de 1884, em que Miguelangelo Lavarello, italiano, reclama ao governo português uma indemnização do montante de 165.000 francos pelo prejuízo que lhe causou o procedimento ilegal, abusivo e injustificável, usado pelas autoridades sanitárias portuguesas de São Vicente de Cabo Verde, em torno do vapor italiano Adria, as duas vezes que atracou nesta vila, a primeira vez no mês de Agosto, vindo de Gênes com destino a Argentina (La Plata), com paragem em São Vicente e a segunda vez no regresso a Europa, em Outubro do mesmo ano. Para a resolução do caso, foram chamados os Reis de Italia e  Portugal para submeter uma decisão arbitrária de um jurisconsul afim de nomear pelo governo holandês, o diferendo existente entre ambas as partes no seguimento da reclamação apresentada por Lavarello contra o governo português. Ao processo jurídico suplementa o Livro Branco e a curiosa descrição da viagem assim como os incidentes que motivaram o presente escrito em forma de memória.
 

Preço:60,00€

Referência:14743
Autor:TAVARES, Paulino Mota
Título:DOCES E MANJARES DO SEC. XIX - O livro do Padre Brito
Descrição:

Fora do Texto, editora. Coimbra. 1995. In-8º de 83-(2) págs. Brochado.

Apresenta uma dedicatória autógrafa.

Observações:

Notável prefácio de Drª Maria José Azevedo Santos.

Trata-se da edição de um caderno do século XIX que contem 49 receitas portuguesas de doces, que se encontrava num arquivo privado. O seu estudo revela tratar-se de um receituário que revela acumulada tradição culinária desde os séculos XV-XVI. Trata-se de uma cópia feita em 1866 por Anna Nunes de Jesus de Porto da Balsa (Pampilhosa da Serra) de um receituário identificado como sendo de um sacerdote Pe. Joaquim Brito (1839-187?) pleno de curisodiades gastronómicas e receitas inéditas.

Preço:13,00€

Referência:14727
Autor:[CASTRO, Francisco Meyrelles do Canto e] - ALARCON, D. Pedro A. de
Título:O CHAPEU DE TRES BICOS. Historia verdadeira de um caso que anda em romance, escripta agora como em verdade se passou por
Descrição:

Livraria editora de Matos Moreira & Cª, Lisboa, 1877. In 8º de 206 págs. Encadernação em sintético. Conserva capas de brochura anterior. Ligeiro aparo marginal.

Observações:

Versão de Francisco Meyrelles do Canto e Castro. Ilustrações humorísticas e caricaturais da autoria de Manuel de Macedo.
Este livro conta a história de Lucas, o moleiro que adora sua bela mulher Frasquita. Ele não ignora que ela é o magneto que atrai para sua casa as personalidades notáveis da cidade – entre elas o Corregedor de Justiça, Don Eugênio, homem vaidoso e conquistador. Don Eugênio imagina uma intriga para atrair Frasquita, mas sua armadilha é descoberta e ele, além de não conseguir seduzir a bela moleira, ainda passa pelo constrangimento de ver seu estratagema revelado.
...“O chapéu de três bicos” desse excelente escritor espanhol proporciona além do prazer estético uma viagem à época do rei Carlos IV, último rei da Espanha antiga, mecenas de Goya que criou para ele as tapeçarias do Escorial; da velha Espanha antes da invasão francesa que a europeizará, do país separado do mundo pelos Pirineus e pela tradição antiga; e numa província remota, ingênua, onde tudo foi possível como num conto de fadas....

Preço:17,00€