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Tradução

Foram localizados 21 resultados para: Tradução

 

Referência:13643
Autor:CASTELAR, Emilio
Título:A VIDA DE LORD BYRON
Descrição:

Typographia do Jornal do Porto, Porto, 1876. In-8º de 185 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. um bocado cansada.. Paginas com alguns picos de acidez. Ostenta uma assinatura de posse. Traduzido da 2ª edição por M. Fernandes Reis.

Observações:

Biografia romanceada da vida de Lord Byron, onde o autor tenta fazer justiça  a um autor denegrido pelos seus contemporâneos.

Preço:28,00€

Referência:14923
Autor:JACKSON, Catharina Carlota
Título:A FORMOSA LUSITANIA
Descrição:

Livraria Portuense Editora, Porto, 1877. In-8º de 448-(2) págs. Encadernação editorial vermelha com as pastas ricamente lavradas a ferros dourados e pigmento negro, njma muito sumptuosa decoração, com dizeres a ouro na lombada e nas pastas. Profusamente ilustrado em extra-texto com gravuras de monumentos e paisagens de Portugal. Extensa dedicatória não autógrafa, mas do afamado livreiro Camiliano Manuel dos Santos.

 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra sobre Portugal da autoria de Lady Jackson que passou o ano de 1873 em Portugal e ao regerssar a Inglaterra publicou este livro com o título "Fair Lusitania". A tradução do inglês e o prefácio desta edição portuguesa são de Camilo Castelo Branco que, na Advertência e nas notas que acompanham a sua tradução, reconhece tratando-se de "um livro digno e honrado" mas não não deixa de criticar, corrigir e comentar as  "inexactidões" e "excentricidades" contidos na obra.

Excerto do livro sobre Coimbra

"Este agora não é o tempo proprio para vizitar Coimbra. Principaram as ferias, e poucos estudantes ficaram; de modo que as ruas estão ermas. Cursam, termo médio, 1:000 a 1:200 estudantes, e os lentes, que são muitos, tambem se auzentaram. Vivem os academicos na cidade em cazas particulares dezignadas para os receberem, e com a sua prezença dão vida áquelle provecto, lugubre e horrendo arruamento. Governam a universidade um reitor, um chanceller, decanos e outros. As leis, ou estatutos por que se regulam, creio que divergem agora muito dos que se observavam antes da extinção dos institutos monasticos. (1)
As informações obtidas, esta manhã, a respeito da estrada que dezejamos seguir para o Bussaco, decidiram-nos a saír de Coimbra entre as trez e quatro horas da tarde. (2)"

 

Comentários de Camilo Castelo Branco


(1) Não ha rezidencias privativamente dezignadas para alojamento de academicos. Quanto aos estatutos, os reformados no reino de D. José emanciparam a academia da influencia monacal. Desde 1773 que ali se professam as sciencias com pouco deslize das mais adiantadas universidades da Europa. Pelo que respeita a estatutos, o estudante, fora das obrigações escolares, é um cidadão indistinto dos outros. Do passado conserva apenas a capa e a loba, que despe fora dos Geraes para envergar um paletó surrado, uma calça á faia esgarçada, e um chapeu á bombeiro com inclinações afadistadas. Se não todos, alguns d´elles sáem d´ali muito ignorantes, muito devassos, e excelentes ministros da coroa.

(2) Esta senhora houve-se generosamente com a princesa do Mondego. Não é esse o costume dos hospedes ingleses. Richard Twiss, que esteve em Coimbra em 1773, homem de lettras, escreveu um enorme livro ácerca de Portugal e Hespanha, dedicando a Coimbra as cinco seguintes linhas: «Coimbra é uma universidade situada n´um monte, perto do rio Mondego, sobre o qual corre uma ponte muito comprida e baixa, com muitos arcos grandes e pequenos. Rezidem aqui cinco familias inglezas, uma das quaes pertence a um medico. Esta cidade é celebrada pelos seus curiosos copos e caixas de corno polido.» This city is celebrated for its curious cups and boxes of turned horn.
E nada mais diz o admirador do polido corno.

Preço:145,00€

Referência:13563
Autor:LANGLÉ, Joseph Adolphe Ferdinand
Título:FUNERAL DO IMPERADOR NAPOLEÃO. Relação da trasladação dos despojos mortaes, de Santa Helena para Paris, e descripção da pompa funebre, illustrada com oito estampas
Descrição:

Na Imprensa Nacional, Lisboa, 1842. In-8.º de 63-(1) págs.Encadernação inteira moderna com dizeres a ouro em rótulo em pele na lombada. Desconhecemos se teve capas de brochura. Ilustrado em extra-texto com 8 litografias anunciadas no frontispício foram executadas na Lith. da Imp. Nacional e desenhadas por Miguel Ângelo Lupi.

RARO.

Observações:

Publicação muito curiosa onde se descreve a exumação dos restos de napoleão em St.Helena, a autópsia do corpo, o  transporte para Paris e a cerimónia fúnebre em Dezembro de 1840, quando os restos voltaram a ser enterrados.

Preço:135,00€

reservado Sugerir

Referência:15270
Autor:LEADBEATER, Charles Webster e PESSOA, Fernando [trad.]
Título:A CLARIVIDENCIA
Descrição:

Livraria Clássica Editora de A.M. Teixeira, Lisboa, 1916. In-8ºde 200 págs. Encdernação moderna meia inglesa em pele grenat. Conserva capas de brochura e todas as margens por aparar. Últimas páginas com ligeira manchinha de humidade marginal. Rúbrica de posse no ante-rosto.

PRIMEIRA EDIÇÃO desta tradução de Fernando Pessoa, que conheceu em 1924 nova edição. MUITO INVULGAR.

Observações:

Clarividência foi publicado originalmente em 1899, e é um clássico difícil de superar sendo uma referência para todos os interessados no tema. Foi redigido com a simplicidade didática característica de Leadbeater, sendo por ele dividido, segundo a capacidade de visão empregada em três classes principais, a saber: a clarividência simples (a mera expansão da visão ao que ocorra estar ao redor do vidente), a clarividência no espaço (o poder de projetar a visão em direção a cenas ou acontecimentos afastados do vidente no espaço) e clarividência no tempo (o poder de ver o passado e futuro), bem como seus métodos de desenvolvimento e seu domínio (se é intencional, semi-intencional ou não intencional). Pela leitura da belíssima tradução de Fernando Pessoa, que enriquece esta edição, vem este " ... título abrir gradualmente o portal para as dimensões superiores de seu Ser, por meio de uma transformação que leva uma visão mais ampla da vida ...".

Preço:100,00€

Referência:15219
Autor:LEITÃO, Antonio José de Lima
Título:IPHIGÈNIA. Tragédia de João Racine (...) pelo
Descrição:

Na Impressão Régia, Rio de Janeiro, 1816. In-8º de (8)-53 págs. Brochado.

RARA obra, sendo das primeiras impressões realizadas no Rio de Janeiro, referida na Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro ( de Almeida Camargo & Borba de Moraes).

Observações:

Trata-se da primeira e aparentemente única tradução desta peça de Racine para português, impressa no Brasil, por Lima Leitão (1787-1856). Este autor foi médico nas armadas francesas e portuguesas antes de partir para o Brasil. No ano da presente publicaçao, viajou para Moçambique e depois, mais tarde em 1819 para a Índia como Intendente de Agricultura. 

Almeida Camargo & Borba de Moraes - Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro, tomo I, nº 496.
Inocêncio I, 171; VIII, 203.
Gonçalves Rodrigues, A tradução em Portugal 3251.
Não referido em Monterroso Cunha Lobo nem em Ávila Perez.

Preço:370,00€

Referência:15278
Autor:PORTUGAL, Tristão da Cunha
Título:O FABULISTA DA MOCIDADE ou Fabulas Selectas d’Esopo, Lafontaine, Florian, Stassart, Lemonnier, Iriarte, Samaniego, etc.; destinadas para a educação e recreio da mocidade
Descrição:

Em Casa de Vª J. P. Aillaud, Monlon e Cª, Livreiros de suas Majestades o Imperador do Brasil e a Rainha de Portugal. In-8º oblongo de (4)-VIII-204 págs. + 24 folhas em extra-texto (litografias). Exemplar restaurado com as capas de brochura, com alguma acidez generalizada, preservadas e aproveitadas e montadas na cartonagem. Algum foxing disperso ao longo do texto.

Exemplar de invulgar beleza editorial e formato, completo com tudo o que foi publicado. Ilustrado com o retrato de La Fontaine e as 24 estampas são alusivas às fábulas expostas. INVULGAR

Inocêncio, III-355.

Observações:

Tristão da Cunha Portugal é pseudóniumo de João da Cunha Neves e Carvalho Portugal.

Da página 6, i.é., página VI: "(...) Mirando nós sempre á facilidade e utilidade deste genero d`ensino, traduzimos em prosa as Fabulas, que achámos em verso tanto em Lafontaine como nos outros autores, e empregámos todo o disvelo em arredar toda a phrase, ou expressão que deslizasse da mais sã doutrina e honestidade, a fim de que nas almas candidas, innocentes, porèm avidas dos meninos se não podessem infiltrar senão preceitos, e maximas de uma philosophia pura, comprehensivel, natural, pratica, e de facil retentiva. Se a isto se juntar o nitido da edição, os ornatos de que vai acompanhada, e a belleza, e novidade da encadernação mesma, se concluirá que nada poupámos para captivar o apêgo e affeição dos meninos a um livro que deve fazer um dos seus primeiros estudos, e do qual hão de colher mui proveitosos fructos. (...).

 

Preço:195,00€

Referência:15265
Autor:SADE, Marquês de
Título:A FILOSOFIA NA ALCOVA. Prefácios de David Mourão-Ferreira e Luiz Pacheco.
Descrição:

Lisboa, ediçoes Afrodite, 1966. In-8º de 215 págs. Brochado e adornado com 10 estampas impresas em separado, em papel couché. Edição cuidada. Capas com ligeira descoloração por acção solar directa. Tem colado na folha de ante-rosto um Aviso aos Srs Livreiros aconselhando-lhes o maior cuidado na venda do livro e interditando-o aos menores. INVULGAR.

Observações:

Tradução portuguesa deste clássico francês dos livros eróticos pela primeira pela primeira vez editado em Portugal e que levaria a julgamento as pessoas que colaboraram na sua edição e a posterior condenação. O livro considerado "pornográfico" teve uma edição de tiragem restrita.

Preço:45,00€

Referência:13289
Autor:XENOFONTE; RIBEIRO,Aquilino
Título:A RETIRADA DOS DEZ MIL
Descrição:

Livraria Bertrand, 1938, Lisboa. In-8º de 351 p´gs. Encadernação em sintético com dizeres a ouro na lombada e nas pastas. Valorizado pela expressiva dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Oliveira. Ilustrado com um mapa. Sem capas de brochura.

Observações:

Primeira tradução para português do que pode ser considerado como um «antepassado distante» dos romances de cavalaria, o livrro foi traduzido por Aquilino Ribeiro que também o prefaciou. No prefácio , Aquilino  explica como é que entrou em contacto com Xenofonte,durante a  sua estadia em Paris, através de um obscuro monsieur Tournier.
"Aqui está como travei relações a fundo com Xenofonte, aristocrata, mas sempre civilista, homem de engenho e de armas, mestre na gineta e na cinegética, apaixonado pela ação e a aventura, e cultivando no seu retiro da Élida a lavoura e as letras"

A obra relata as atribulações do exército helénico em retirada, depois de terminadas as Guerras do Peloponeso. Terminada a expedição mercenária à Pérsia, para combater por Ciro, o Jovem, contra o seu irmão Artaxerxes II, e apesar de vitorioso, o exército bateu em retirada para o Interior da Grécia, depois de atraiçoado num simulacro de armistício, que causou a morte dos seus chefes.

Preço:30,00€

Referência:14930
Autor:[trad: GONÇALVES, Égito]
Título:POESIA ESPANHOLA DO APÓS-GUERRA. Selecção e tradução de Égito Gonçalves
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, (s.d., 196?). In-8º de 207-(9) págs. Brochado. Capa anterior com risco de esfrerográfica. Bom exemplar. Capa de brochura ilustrada por Câmara Leme.

Observações:

Com um estudo da autoria de José Maria Castellet, encerra traduções da poesia de Gabriel Celaya, Blas de Otero, Leopoldo de Luis, Vicente Gaos, Victoriano Crémer, Carlos Bousoño, Eugénio de Nofra, Gabino Alejandro Carriedo, José Hierro, José Maria Valverde, Angela Figuera Aymerich, José Manuel Caballero Bonald, Manuel Pinillos, Miguel Labordeta, Julian Andugar, Ramon de Garciasol, Angel Crespo, Glória Fuertes, Carlos Barral, Jesus Lopez Pacheco, Angel Gonzalez, Claudio Rodriguez, José Agutin Goytisolo, José angel Valente e Jaime Gil de Biedma.
 

Preço:15,00€