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Livros do mês: Fevereiro 2024
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Ultramar

Foram localizados 84 resultados para: Ultramar

 

Referência:13219
Autor:ANDRADE, António Alberto Banha de
Título:MUITAS RAÇAS, UMA SÓ NAÇÃO Esboço da Teoria do Humanismo Português
Descrição:

Agência-Geral do Ultramar, Lisboa, 1968. In-8º de 95-(5) págs. Br. Ilustrado em extra-texto.

Observações:


Ensaio de António Alberto de Andrade onde ele defende a essencia do humanismo português como "a simpatia humana pelos povos de outros continentes, sem propósitos de imperialismo".

Preço:15,00€

Referência:13696
Autor:autoria indefinida
Título:DOCUMENTAÇÃO ULTRAMARINA PORTUGUESA I, II, III, IV, V
Descrição:

Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, Lisboa, 1960-1967. Cinco volumes de In-4º de  683, 586, 391, 625 e 580 pags. Br. Capas de brochura e miolo com alguns picos de acidez.

Observações:

Obra denominada Gulbenkiana II e que reproduz a documentação ultramarina portuguesa existente nos arquivos estrangeiros, publicando-se aqui importantes códices, entre os quais: Mus. Brit. Add. 28461; Eg. 1646; B. N. Madrid Ms. 3015; Mus. Brit. 1131; Mus. Brit. Add. 9854; A. G. Simancas Secret. Prov. 1571; B. N. Madrid Cod. 3014; e Documentação sobre a Índia Portuguesa no século XVIII.

Da Introdução:

"Como se escreveu na Introdução de As Gavetas da Torre do Tombo (Vol. I - Gulbenkiana I), inicia-se agora a publicação, na íntegra, de vária, documentação ultramarina portuguesa, existente sobretudo em arquivos estrangeiros e, por conseguinte, de mais difícil acesso. Os que lidam com a história da presença de Portugal no mundo conhecem a enorme riqueza documental que jaz sepultada em bibliotecas e arquivos. O fim desta colecção - Documentação Ultramarina Portuguesa - é, justamente trazer às mesas de estudo e ao convívio dos historiadores parte dessa mesma riqueza.
O Centro de Estudos Históricos Ultramarinos vai cumprindo assim a missão que lhe foi confiada."

Vol.I - (Mus. Brit.Add. 28.461 ; Eg 1646).
Vol. II - (Bibl. Nac. Madrid : Ms. 3015) - (Mus. Brit. :- Col. Egerton Ms. 1131).
Vol. III - Mus. Brit. : - Add. 9851) - (Arch. Gen. Simancas : - Secret. Prov. 1571).
Vol. IV - (Arquivo Geral da Alfândega de Lisboa : Livro das Cartas Gerais que vão para a india e vem de lá em 1668) - (Biblioteca Nacional de Madrid : Códice 3014 cartas tocantes a la India Oriental, 1609-1641).
Vol. V - Documentação sobre a Índia Portuguesa no século XVIII.
 

Preço:60,00€

Referência:14913
Autor:DIAS, Gastão de Sousa
Título:RELAÇÕES DE ANGOLA (PRIMÓRDIOS DA OCUPAÇÃO PORTUGUESA).
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1934. In-8º de 256-(3) págs. Brochado. Muito bom exemplar

Ostenta uma dedicatória autógrafa.
 

Observações:

A Colónia portuguesa de Angola formou- se em 1575 com a chegada de Paulo Dias de Novais com 100 famílias de colonos e 400 soldados. Paulo Dias de Novais foi o primeiro governador português a chegar a Angola, que tinha como principais acções explorar os recursos naturais e promover o tráfico negreiro (escravatura) formando um mercado extenso. Este livro trata sobretudo das duas primeiras viagens efectuadas a Angola a partir de documentos pertencetes ao Cartório do Colégio dos Padres da Companhia, de Luanda, e transcritas do códice existente na Biblioteca Nacional de Paris.

Preço:40,00€

Referência:13410
Autor:DIAS, J. S. da Silva
Título:OS DESCOBRIMENTOS E A PROBLEMÁTICA CULTURAL DO SÉCULO XVI
Descrição:

Seminário de Cultura Portuguesa. Universidade de Coimbra, Coimbra, 1973. In-4º de 411 págs. Br. Com alguns sublinhados a caneta numa das páginas.

Observações:

Obra sobre a problemática cultural durante os Descobrimentos e onde o autor abordou a visão europeia e portuguesa sobre os povos de outros continentes, formada a partir das descobertas, que influenciou a prática da escravatura e também o impacto do Humanismo enquanto mentalidade típica de uma época não só na producção literária mas também em matérias diversas como  a acção missionária.

Preço:30,00€

Referência:12841
Autor:EVANGELISTA, Júlio
Título:A QUEIXA DO GHANAE A CONJURA CONTRA PORTUGAL
Descrição:

Editorial Verbo, Lisboa, 1963. In-8º de 93-(3) págs. Br. Ilustrado ao longo do texto com mapas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra onde o autor analisa a questão da queixa  apresentada pelo Ghana, em 1961, por alegada existência de trabalho forçado no Ultramar português. Nesta obra defense-se que tudo não passou de uma conjura contra Portugal.

 

Preço:12,00€

Referência:13206
Autor:EVARISTO, Vitor
Título:MOÇAMBICANA - DESENHOS DE JOÃO AYRES
Descrição:

Tip. Minerva Central, Lourenço Marques, 1954. In-8º de 4 págs e 15 desenhos em folhas soltas de João Ayres encerradas numa capa-envelope. Valorizado pela dedicatória autógrafa dos editores ao poeta José Osório de Oliveira.

Invulgar.

Observações:

Curioso encarte com 15 desenhos de João Ayres  com introdução de Fernando Ferreira. 15 desenhos em separado de João Ayres. Integra a série de cadernos «Moçambicana» sobre temas e manifestações de cultura em Moçambique. A arte de João Ayres, nesta primeira fase foi muito marcada por temas locais e africanos, por temas da condição humana que  no contexto colonial ganhavam mais força. Influenciou quase todos os que, no pequeno meio citadino, queriam ser artistas.

Preço:32,00€

Referência:15276
Autor:GALVÃO, Henrique
Título:ANTROPOFAGOS
Descrição:

Editorial Jornal de Notícias, Lisboa, 1947. In-º de 330-(2) págs. Encadernação editorial em skivertex grenat, conservando as capas de brochura ilustradas por José de Moura. Ostenta ex-libris estarngeiro. Obra muito limpa, com o miolo sem qualquer mancha ou outro defeito apontar, não obstante seu ligeiro aparo marginal.

Observações:

Nalgumas das palavras de introdução, na pág. 7 apresenta-nos a obra informando que  " ... As personagens apresentadas nesta obra são reais: existiram umas, existem outras. Os casos referidos são autênticos... Porém, qualquer semelhança que venha a notar-se, por parte de pessoas muito observadoras, entre estas gentes e coisas bárbaras, e certas gentes e coisas que todos temos por muito civilizadas — e que também existem, em outras latitudes - deve considerar-se como pura coincidência, a que são igualmente estranhos o autor... e os antropófagos."

Mais adiante, no Prefácio: " A antropofagia, relativamente ao interesse que mereceram outros capítulos das Etnografia e Etnologia, em toda a extensão do tempo e dos lugares, tem sido pouco estudada em profundidade. É escassa, em quantidade, e, as mais das vezes tímida, a bibliografia que directamente lhe diz respeito. E, além desta, pode dizer-se, apenas aflora em narrativas de viajantes e em desvios rápidos de certas obras, que, vizando outros fins, acidentalmente a encontraram." Obra bem documentada com fotografias, desenhos e pinturas.

Dividida em três partes, o estudo da antropofagia aqui apresentado diz respeito à sua repartição geográfica à escala mundial (primeira parte) referindo sobretudo o seu aparecimento, decadência e extinção. Depois em concreto na segunda parte da obra, à escala do continente africano com os casos existentes à epóca da publicação. A terceira parte da obra é exclusivamente dedicada às declarações, confissões e testemunhos colhidos directamente dos canibais e outars gentes de Nambuangongo e do Posto Séde de Uige .

Preço:70,00€

Referência:14564
Autor:JARDIM, Jorge
Título:MOÇAMBIQUE - terra queimada
Descrição:

Editorial Intervenção, Lisboa, 1976. In-8º de 416-(54) págs. Br.

Observações:

NOTÍCIA SOBRE O AUTOR

Editar Jorge Jardim em Portugal e em pleno "processo revolucionário em curso" poderá ser acto de loucura para uns, ou acto de coragem para outros. Como editor responsável por esta obra, penso não ser nem uma coisa nem outra: será apenas um acto de intervenção democrática.

Publicar este livro tornou-se um imperativo. Inadiável. Urgente. Fundamental para a interpretação de um dos aspectos mais sinistros do "processo revolucionário": a descolonização "exemplar". A visão de centenas de milhares de refugiados de Angola e Moçambique vegetando numa sociedade metropolitana incapaz de os absorver, é demasiado degradante para que seja justo conhecer apenas a tese oficial ou "revolucionária". A consequência de dezenas de milhares de mortos, negros e brancos, portugueses, angolanos e moçambicanos, faz-nos perguntar baixinho, no recolhimento de uma auto-crítica inevitável, o porquê de tudo isto. O "porquê" e o "quem foi". Quem foi o responsável, é uma pergunta concreta para a qual a paz interior exige uma resposta concreta.

Jorge Jardim, ao escrever Moçambique-Terra Queimada, interfere no tribunal da História. Dramaticamente, fornece elementos para o tribunal dos homens.

Mas, para o grande público, quem é Jorge Jardim? Quem é este homem que foi apresentado à Opinião Pública como altamente perigoso? Em Junho de 1974, poderia ler-se na imprensa portuguesa que as Forças Armadas em Moçambique tinham recebido instruções para capturar ou abater o eng.° Jorge Jardim... Estas instruções haviam sido emitidas pelo general Costa Gomes.
Jardim, que chegou a ser denominado o "Lawrence de África", tem 56 anos e doze filhos. Natural de Lisboa, viveu 22 anos em Moçambique onde, aliás, nasceram seis dos seus filhos. Todos ali foram educados e aprenderam, como o pai, a "sentir e pensar Moçambique". Como moçambicanos.

Engenheiro agrónomo, soldado e diplomata, homem de negócios e agente secreto, caçador de feras e jornalista, piloto aviador e pára-quedista, chefe de família e aventureiro audacioso, político desconcertante e estratega sereno, Jorge Jardim conhece profundamente Moçambique e todo o contexto africano. Manteve relações com quase todos os chefes do governo da África Austral, sendo conhecidas a sua amizade com o Dr. Banda, Presidente do Malawi, e a sua intimidade com o Dr. Kaunda, Presidente da Zâmbia.

Figura lendária e controversa em todo o Ultramar, sobretudo a partir de 1961 com o eclodir da guerra de Angola, Jardim viu-se perseguido e obrigado a fugir de Portugal após o golpe militar de "25 de Abril". Fuga que, aliás, descreve em algumas das mais emocionantes páginas de Moçambique-Terra Queimada.

Colaborador íntimo de Salazar a quem admirava e de quem, talvez, tenha apreendido o culto da eficácia, o eng.° Jorge Jardim possuía, muitos meses antes da Revolução das Flores, um plano para a independência de Moçambique, plano que tinha o acordo da Zâmbia, do Malawi, da Tanzânia e da própria Frelimo. É este um dos aspectos mais sensacionais deste livro a demonstrar que "nunca tão poucos traíram tantos em tão pouco tempo". A demonstrar que esses poucos têm de ser julgados. Dramaticamente já.

Contudo, esta obra não revela apenas o plano, conhecido de alguns como o Programa de Lusaka, nem é somente uma colectânea de memórias. Vai mais longe para se tornar uma arma de combate em que descreve, documenta, analisa e denuncia os crimes cometidos dentro de um plano premeditado, cujos responsáveis aponta.

"Quero voltar ainda a Moçambique, para em Moçambique morrer. Pertenço àquela terra". Este é o grito do Autor, expresso nesta obra, mas é também o grito de muitos milhares de homens e mulheres que foram obrigados a fugir.

 

Preço:15,00€

Referência:13434
Autor:JÚNIOR, Rodrigues
Título:PARA UMA CULTURA AFRICANA DE EXPRESSÃO PORTUGUESA
Descrição:

Editora Pax, Braga, 1978. In-8º de 310-(2) págs. Br. Integrado  na "Colecção Autores Lusíadas". Valorizado pela extensa dedicatória autógrafa.

Observações:

Obra de um dos melhores conhecedores da sociedade indígena e europeia de Moçambique sobre a influência cultural portuguesa na sociedade africana desta antiga província ultramarina, abordando áreas como a poesia, o romance, o ensaio, o teatro e as artes plásticas.

Preço:18,00€

Referência:12463
Autor:LA GUMA, Alex
Título:UM PASSEIO NA NOITEe outros contos
Descrição:

Edições 70, Lisboa, 1979. In-8º de 125-(3) págs. Br.

Observações:

Interessante reunião de contos deste  escritor sul-africano que abordam a vida dos negros durante o apartheid.
 

Preço:14,00€

Referência:13537
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:GAMA poema narrativo
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1811. In-8.º de XV-266 págs. Encadernação coeva inteira em pele e dizeres a ouro em rótulo de pele vermelha na lombada.

PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Primeira versão do poema Oriente de de Agostinho de Macedo onde ele tentou  corrigir aquilo que considerava errado em «Os Lusíadas», de Camões, e de fazer justiça aos heróis que Camões não tinha exaltado.

Inocêncio: “Foi editor o livreiro Desiderio Marques Leitão. - O poema é dedicado a Ricardo Raymundo Nogueira, então membro da regencia do reino: consta de dez cantos, com 787 oitavas, e é precedido de uma de pindarica em louvor de Camões, a qual se não encontra noutra parte. D’este Gama refundido, e accrescentado com dous novos cantos, é que se formou o Oriente.”

Preço:60,00€

Referência:13421
Autor:MAURO, Frédéric [coord.]
Título:O IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO 1620-1750
Descrição:

Editorial Estampa,Lisboa, 1991. In-8º de  516 págs. Br. Profusaamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com gravuras, mapas, gráficos e tabelas. Integrado na colecção "Nova História da Expansão Portuguesa" dirigida por Joel Serrão e A. H. de Oliveira Marques.

Observações:

Da Contracapa:

"Com efeito, desde os princípios do século XV até ao terceiro quartel do século actual – a expansão marroquina, os descobrimentos marítimos, a colonização de ilhas e de terras continentais, os tráficos transoceânicos, as permutais culturais, etc. – eis aí uma sucessiva e vária projecção de Portugal no Mundo, sem cujo conhecimento não é inteligível o que foi ocorrendo na metrópole europeia."

Preço:10,00€

Referência:13048
Autor:MÚRIAS, Manuel
Título:PORTUGAL IMPÉRIO
Descrição:

Livraria Clássica, Lisboa, 1939. In-8º de 273-(2) págs. Encadernação meia inglesa em tela com dizeres a ouro na lombada. Aparado e sem capas de brochura.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

"a história de uma nação é a sua vida; e não apenas a sua vida no passado - a sua missão: no passado, no presente, no futuro; a sua vocação. A sua missão na História: a sua cooperação efectiva no labor comum, persistente,vivo e doloroso, do homem na terra."


"Não é imperioso recorrermos exclusivamente às necessidades económicas do país para justificarmos a ida de D. João I a África, mas é indiscutível que, desde muito cedo, impossibilitados de nos alargarmos para a península, pensaram e tentaram os portugueses alargar-se para o mar."

Preço:21,00€

Referência:13862
Autor:OSORIO, António Horta
Título:RELATORIO SOBRE AS RESPONSABILIDADES DE MARANG
Descrição:

Estamparia do Banco de Portugal, Lisboa, 1927. In-8º de 60-LXXVII págs. Encadernação moderna em sintético azul, conservando as capas de brochura. Aparado e com rubrica de posse no frontspício. Miolo impecavelmente bem conservado e muito limpo.

Observações:

Texto integral da sentença condemnatória de Marang proferida no Tribunal de Haya em 10 de Novembro de 1926.

"Quando, no anno findo, li, pela primeira vez, o processo do Angola e Metropole, quiz-me parecer que haveria vantagem em fazer uma synthese de certos elementos do processo, que mais directamente se relacionavam com a intervenção de Marang na formidavel burla, afim de a enviar ao advogado do Banco de Portugal na Hollanda, que n'ella poderia talvez encontrar uma fonte de elucidação útil. D'ahi resultou o relatorio que vae ler-se e que foi escripto originalmente em francez tendo sido agora traduzido sem o menor acrescentamento ou omissão..."

Preço:19,00€

Referência:13799
Autor:PERES, Damião
Título:OS MAIS ANTIGOS ROTEIROS DA GUINÉ Publicados com notícia explicativa pelo Académico de Número ...
Descrição:

Academia Portuguesa da História, Lisboa, 1952- In. 4º de 163-(4) págs. Br. Cadernos por abrir. Capas de brochura ligeiramente empoeiradas e com alguns picos de acidez.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra publicada por Damião Peres e que  encerra os seguintes roteiros de viagens pela Guiné : Roteiro Quatrocentista transcrito por Valentim Fernandes; Roteiro de João de Lisboa (1514) e Roteiro do Esmeraldo de Situ Orbis (princípio do XVI).

Preço:39,00€

Referência:15073
Autor:SANTOS, Arnaldo
Título:QUINAXIXE
Descrição:

Casa dos Estudantes do Imperio, Lisboa, s.d. (1965). In-8º de 105-(5) págs. Brochado. Ligeira e insignificante mancha de humidade, muito ténue, no canto inferior esquerdo, junto à lombada.

Observações:

Título impedido de circular pela então polícia política, constitui um dos quatro únicos livros de ficção, de um conjunto de vinte que caracteriza todo o universo de publicações da Casa dos Estudantes do Império em que, segundo Alfredo Margarido (2014) "... a par da organização de «antologias-mosaico» , havia a preocupação, pelo menos num pequeno núcleo, de afirmar a autonomia das literaturas dos países-colónias pela revelação de autores «nacionais» a fim de construir «a autonomia da produção cultural de cada país» ...". Esta obra do autor angolano Arnaldo Santos (1935) é no contexto das representações da cidade de Luanda, como nos diz Inácio Mata (2015) " ... no sentido de uma relação entre um real não significante e a verbalização da relação entre esse real e a produção cultural que o faz significar, os nove contos de Quinaxixe,  dialogam de forma intensa com as histórias de vida de A cidade e a infância de Luandino Vieira conformando a estética que tenho vindo a designar como «escrita griótica» da cidade de Luanda ..." adiantando-nos ainda, o mesmo autor que " ... é sobretudo Luanda, aqui contada por dois muito premiados ficcionistas (Luandino Vieira e Arnaldo Santos), que é erigida a metáfora do país agrilhoado por diversas conflitualidades geradas pela situação colonial, num espaço caracterizado, também ele paradoxalmente, pela diversidade etnocultural — uma multiculturalidade étnica e rácica (negros, mestiços e brancos) que o particulariza(va) no conjunto nacional ...".

Preço:50,00€

Referência:13422
Autor:SILVA, Maria. Beatriz Nizza da [coord.]
Título:O IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO 1750-1822
Descrição:

Editorial Estampa, Lisboa, 1986. In-8º de 613 págs. Br.  Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com gravuras, mapas, gráficos e tabelas. Integrado na colecção "Nova História da Expansão Portuguesa" dirigida por Joel Serrão e A. H. de Oliveira Marques.

Observações:

Interessante conjunto de ensaios sobre o império Luso-Brasileiro  durante o período entre 1750-1822.

Da contracapa:

"Com efeito, desde os princípios do século XV até ao terceiro quartel do século actual – a expansão marroquina, os descobrimentos marítimos, a colonização de ilhas e de terras continentais, os tráficos transoceânicos, as permutais culturais, etc. – eis aí uma sucessiva e vária projecção de Portugal no Mundo, sem cujo conhecimento não é inteligível o que foi ocorrendo na metrópole europeia."

Preço:10,00€

Referência:14685
Autor:SOUTO, A. Meyrelles
Título:FEITIÇO ALÉM-MAR. (História e Observação)
Descrição:

Parceria A.M.Pereira, Lisboa, 1970. In-8º de 298-(2) págs. Brochado. Ilustrado em separado sobre papel couché. Vinco ligeiro no canto inferior direito da capa anterior. Exemplar muito limpo, não obstante o carimbo de "oferta editorial" no ante-rosto.

Observações:

Este livro encerra belíssimas páginas descritivas dos lugares por onde o autor andou em viagem. "... Em África, o Homem - ao contrário daquilo que parceria norm e de esperar - não se sente amedrontado e envilecido pela Natureza: tem o sentimento de que a dominará, será ele o vencedor nessa lut com a imensidade sertaneja ou florestal. É talvez esse pensamento aquilo que orienta o europeu: sentir-se dominador, com o seu espírito aventureiro e audacioso; ter a impressão - a segurança mesmo, dentro de si de que no duelo com o ambiente, será sempre este o dominado e vencido. (...) Porque a África, ainda hoje, não é apenas cidades. Ia mesmo a dizer: quase não é cidades, com o conforto moderno, os jardins apetecíveis, as casas elegantes, as avenidas bem traçadas, as árvores simetricamente dispostas a debruar os passeios, floridas e umbrosas. Não! Não é! O mato predomina - e muitíssimo - com as dificuldades, mistérios, riscos e receios, perigos e surpresas, feras, ciladas, obstáculos e pitoresco. Por isso, quem nunca se aventurou para além do ambiente citadino - não conhece, nem avalia, nem sabe apreciar o encanto, o "feiitiço" africano E ele existe, o maroto! E ele prende, ele enlaça, e ele seduz... Como o senti, como o vi, como o conheci, vai ficar nestas páginas."

Do índice:
São Tomé; Cabinda; No Reino do Congo; Luanda e arrabaldes; Sob a égide de S. Filipe; o Deserto de Moçamedes; Subúrbios laurentinos; Feras vivas e empalhadas; Lugares de glória; O Hospital de sangue do Chibuto; Praias Moçambicanas; Na Zambézia; Vistas dos Ar; Terras de Chá; Nas margens do Niassa; Ilha de Moçambique; Moçambique; Arte e Folclore; Riquezas visíveis e encobertas; Dois tratados.
 

 

Preço:17,00€

Referência:12521
Autor:SOUTO, A. Meyrelles do
Título:PORTUGAL E MARROCOS (fastos e notícias)
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1967. In-8º de 117-(3) págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Libro muito interessante sobre as relações entre Marrocos e Portugal, fazendo também uma breve resenha da história de Marrocos.
 

Preço:22,00€

Referência:12892
Autor:TRIGUEIROS, Luiz Forjaz
Título:A HISTÓRIA E A VIDATemas Ultramarinos
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1955. In-8.º de 185 págs. Br. Esmerada edição impressa em papel encorpado e a duas cores.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

"Ao lado dum capítulo sobre a expansão portuguesa no Mundo, dum outro dedicado à arte indígena e de crónicas versando assuntos que nos últimos anos pertenceram à actualidade ultramarina portuguesa e adento dela tiveram projecção histórica, como foi o caso da viagem ministerial à Índia, em 1952, três grandes temas surgem no decorrer deste livro: a arte sacra missionária, o centenário de S. Francisco Xavier, e, finalmente, a atitude de Portugal, dos seus Chefes e do seu povo perante as pretensões da União Indiana.

Preço:12,00€

Referência:12328
Autor:VILLAS, Gaspar do Couto Ribeiro
Título:HISTORIA COLONIAL
Descrição:

Lisboa, 1938. In-8º de dois volumes com 308 e 428-(2) páginas respectivamente. Br. Ambos os volumes revelam sinais de manuseamento e ocasionais picos de acidez.

Observações:

"O presente volume destina-se a apresentar em síntese de vulgarização os factos essências, fundamentais, que assinalam, definem e explicam a marcha de acontecimentos vinda de longe e alcançando os nossos dias, acabando por constituir o Movimento de Expansão, que, no limite, criou o Problema Colonial no seu aspecto de hoje, de tam alto alcance na vida social moderna."

Encerra os seguintes capítulos: Os antecedentes da Obra Colonial Moderna - Da Pré-História à Expedição a Ceuta: A Terra e os Homens; Antiguidade; O Período Medieval: A Formação das Nações Modernas; O Problema da Terra Desconhecida; O Descobrimento. A Obra Colonial Moderna - Da Expedição de Ceuta a Nossos Dias: O Movimento Expansão; O Mundo do Século XV; A Ideia de Expansão - Portugal e o Acontecimento, O Infante de Sagres; A Marcha da Expansão; A Ciência de Navegar - Origens, Antigas Navegações, A Ciência Nova; Navegações - Descobrimentos; O Pensamento do Infante; As Causas; A Directriz; A Sequência das Navegações - Sagres, A Arrancada, As Bases Navais, O Arquipélago da Madeira, O Arquipélago das Canárias, O Arquipélago dos Açores, O Infante D. Pedro e o Descobrimento, Bojador, As Grandes Navegações, A economia do empreendimento, Valorização colonial, Preparação de Coloniais, A Marcha "Sul", A Base Naval do Arquipélago de Cabo Verde, Prossegue a "Rota Sul", O Caminho Marítimo da Índia, As Terra de Oeste, A Viagem de Colombo, A Viagem de Circunnavegação da Terra. A Obra Colonial Moderna: Marrocos; Ilhas Atlânticas - Canárias, Madeira, Açores, Cabo Verde e S. Tomé e Princípe; Oriente - Índia, Macau, Oceãnia, Japão; Brasil; Penetração dos Continentes; A Economia no acontecimento; Os Estados Europeus no "Movimento Colonial".

 

Preço:50,00€
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