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Módulo background

Viagens

Foram localizados 32 resultados para: Viagens

 

Referência:12385
Autor:ARAGÃO, A. C. Teixeira de
Título:BREVE NOTÍCIA SOBRE O DESCOBRIMENTO DA AMÉRICA
Descrição:

Tipografia da Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1892. In.-4.º 80 págs. Encadernação inteira emskivertex castanha com dizeres dourados na pasta. Separata das Memórias da Academia.  Ilustrado com fac-similes da carta de Mestre João - com a notícia do descobrimento da constelação do Cruzeiro do Sul, e da primeira página da carta de Pêro Vaz de Caminha. Conserva capa de brochura anterior, com acidez marginal, miolo muito limpo e bem conservado.

Observações:

"O descobrimento das ilhas dos Açores teve logar na quarta decada do seculo XV, e este facto foi, por certo, um passo gigantesco no caminho para o outro continente. Os primeiros habitantes d'estas ilhas por vezes viram alli fragmentos de arvores, mesmo grossos madeiros, sendo alguns com certo trabalho, cadaveres, que vinham boiando de oeste, de indivíduos com feições diferentes das dos Europeus, tudo trazido pelo vento d'aquellas paragens, o que lhes annunciava haver para esse lado terras habitadas.

O infante Henrique falleceu em Sagres a 13 de novembro de 1460, havendo nascido na cidade do Porto a 4 de março de 1394. Adoptou como empreza uns pequenos ramos de carvalho com fructos e a legenda, Talent de bien faire. A sua morte não diminuiu o enthusiasmo para novos descobrimentos, e commetteram-se feitos tão arrojados e coroados de tão bons resultados, que constituem hoje a nossa brilhante epopéa marítima"

Preço:45,00€

Referência:12431
Autor:autoria indefinida
Título:NO MAR episódios da vida dos marinheiros
Descrição:

Liga Naval Portuguesa ( J. Rodrigues & C.a, Editores), Lisboa, 1935. In-8º de XXIII-194-(4) págs. Br. Ilustrado ao longo do texto. Capas de brochura ligeiramente empoeiradas

Observações:

Do Prefácio:

“Ir a Badajoz ver lidar toiros é excursão sem pretensões a cultura intelectual ou moral. Ir a Paris palmilhar os boulevards, frequentar Montmartre ou Montparnasse, não trás sólidos benefícios ao saber nem à conduta. Mas viajar em serviço como oficial da Armada, isolado ou a bordo de navios de guerra, é coisa bem diversa: há que manter aprumo no navio, na tripulação, no procedimento próprio e assim, em comparações inevitáveis, se notam as perversões de certos povos, a hipocrisia de outros, a brutalidade animal de muitos deles…”

Encerra os seguintes capítulos:

D. Gilianes de Mascarenhas, por Alfredo Botelho de Sousa. O posto militar da ilha Tekomajl, por Pedro de Azevedo Coutinho. O Malhado, por Ivens Ferraz. Regresso de Estação, por D. Bernardo da Costa Mesquitella. Na costa de Moçambique, por Alfredo Caçador. Homem ao mar!, por Carvalho Brandão. Um invulgar acidente de Navegação, por Mata Oliveira. Contra-torpedeiro «Douro», por Agnelo Portella. Vigilancia da Beira, por António A. de Cisneiros e Faria. O Boi João, por Nuno Telles Pinto. Numa viagem do S. Gabriel, por Jayme do Inso. Hoihau, por Ivens Ferraz. Episodio, por Guilherme C. d’Oliveira. O Espectro, por Emilio San Bruno.

 

Preço:20,00€

Referência:13554
Autor:BRANCO, Camilo Castelo
Título:A SENHORA RATTAZZI
Descrição:

Livraria Internacional de Ernesto Chardron Editor, Porto e Braga, 1880. In-8º de 30-II págs. Encadernação meia francesa em chagrin com dizeres e florões em casas fechadas. Conserva capas de brochura anterior, reforçada nas margens. Ante-rosto com os dizeres A SENHORA RATTAZZI enquadrados numa bonita e romântica moldura de composição tipográfica.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR

Observações:

Primeira edição deste folheto da Questão Rattazzi, polémicas em que Camilo se envolveu a propósito do livro escrito pela Princesa Rattazzi sobre Portugal. Este livro é a resposta às provocações da Sr.ª Rattazzi e termina da seguinte maneira:
“Em conclusão: o seu livro não é cano de escorrencias muito nauseabundas, nem é canal de noticias uteis, tirante a dos hoteis infamados de persevejos; não é pois cano, nem cabal; mas é canudo, porque custa sete tostões; e — vá de calão — como troça e bexiga, é caro.”

Inocêncio. XVIII, 144. “A questão Rattazzi: esteve por differentes vezes em Portugal uma dama estrangeira, de origem italiana ou ingleza, que se apresentou com o titulo de Princeza Rattazzi dizendo-se aparentada com a familia Imperial Bonaparte, o que, aliás, segundo consta de informações notorias, as auctoridades francezas não permittiam officialmente. algumas folhas francezas, hespanholas e italianas tinham falado d"ella a proposito de seus escriptos dados ao prelo, dos seus consorcios e de varios incidentes da sua vida aventurosa. Da ultima vez que se demorou em Lisboa, por 1879, lembrou-se ella de escrever um livro de viagem acerca de Portugal: mas, ou por falta de estudo, ou por leviandade, acreditando em esclarecimentos ministrados por pessoas de sua intimidade e de acanhada consciencia quanto aos factos que inculcaram, o certo e que fizeram cair Maria Rattazi em dislates e erros gravissimos, como lhe foi demonstrado. O seu livro, pois, deu margem larga e extensa á publicacão de outras obras de refutação aspera, em que a auctora, apesar do sexo, da idade, do nome aristocratico e da fama de que se fazia cercar, e em que desejava escudár-se, padecem duros ataques, sendo os mais vivos, mordazes e acerados os que lhe vibraram sem piedade Camillo Castello Branco e Urbano de Castro, que assignava os seus escriptos sob o pseudonymo chá-ri-vá-ri. Estas controversias e criticas tomaram o caràcter de verdadeiro escandalo litterario e foram só é alastrando pela imprensa de todas as cidades, em artigos soltos, em folhetins e em correspondencias”.

Preço:90,00€

Referência:12371
Autor:BRITO, Bernardo Gomes de
Título:HISTÓRIA TRÁGICO-MARÍTIMA DE PORTUGAL
Descrição:

Lisboa, 1898. In-4.º de 71 págs. Encadernação meia-inglesa com cantos e lombada em pele. Conserva capas de brochura. Ilustrado ao longo do texto.

Observações:

A História Trágico-Marítima trata de naufrágios infelizes, acontecidos aos navegadores portugueses, escritos por Bernardo Gomes de Brito.

"Descripção dos três primeiros naufrágios succedidos depois da descoberta da Caminho da India. Extracto feito do livro de Bernardo Gomes de Brito por Hygino Mendonça.

Preço:40,00€

Referência:12411
Autor:CASTILHO, Augusto de
Título:RELATÓRIO DA VIAGEM DA CANHONEIRA RIO LIMA DE LISBOA A MOÇAMBIQUE por ...
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1889. In-4º de 203-(2) págs. Encadernação coeva meia-inglesa com sinais de mansueamento marginal.
Apresenta 3 gravuras abertas a chapa de aço da Fortaleza de S. Caetano de Sofalla, a partir de desenhos realizados por Augusto de Castilho. Apresenta também um grande mapa desdobrável da Barra do Rio Linde até ao estabelecimento de Micáhung e e outros com com as rotas do navio: de Lisboa para a Ilha da Madeira; do Rio de Janeiro para a Cidade do Cabo; levantamentos hidrográficos em Moçambique. Quadros de dados com posicionamento geográfico e meteorologia; informação das transferências bancárias no financiamento da viagem; tabelas dos cronómetros; dados dos exercícios de artilharia, etc.

 

RARO.

Observações:

O relatório refere-se à viagem acima descrita passando nos anos 1884 e 1885 pelos seguintes portos: Madeira, Tenerife, S. Vicente, Pará, Rio de Janeiro, Bahia da Mesa, Natal, Lourenço Marques, Inhambane, Bazaruto, Chiloane, Sofala, Inhamissengo, Quilamane, Rio Linde, Tejungo, Casuarina, Moma e Angoche.
No final em jeito de anexo, apresenta um relatório parcial em cumprimento do determinado no artigo V das instrucções e Algumas Considerações acerca de Ilhas da Madeira, Tenerife e de S. Vicente encaradas como escalas para a Navegação Oceanica.

AUGUSTO Vidal de CASTILHO e Noronha (1841-1912) foi oficial de Marinha que, em 1893, encontrando-se no Rio de Janeiro a comandar uma divisão naval portuguesa, concedeu asilo ao Almirante Saldanha da Gama e a quantos o haviam acompanhado numa revolta contra o Governo Brasileiro. Julgado em Portugal, por não ter acatado a ordem de entregar os exilados (mais de 500), foi absolvido, o que provocou uma crise ministerial (in Dicionário de História de Portugal).

Preço:85,00€

Referência:12378
Autor:CASTRO, D. João de
Título:ROTEIRO DE LISBOA A GOA annotado por João de Andrade Corvo
Descrição:

Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1882. In-8º de XV-428 págs. Encadernação meia inglesa com cantos em pele com lombada ornamentada com dourados corridos em casas fechadas. Conserva as capas de brochura. Ilustrado com gravuras e dois mapas em folhas desdobráveis.
 

RARO.

Observações:

"... O Roteiro de Lisboa a Goa (1538) é particularmente importante para o conhecimento da precisão das observações na época, pois D. João de Castro regista amiúde, além das suas determinações de latitude, os valores obtidos por outros que a bordo do navio onde ia também, observavam a meridiana do Sol: um doutor Luís Nunes, o piloto, o mestre, o contramestre, o calafate e pelo menos três marinheiros. Esta abundância de pessoas que a bordo de um mesmo navio observavam e carteavam, demonstra bem que a grande e verdadeira escola dos pilotos portugueses foi o mar; ainda simples marinheiros praticavam com os pilotos e mestres, e quando se sentiam competentes requeriam o exame, que era feito pelo cosmógrafo-mor ajudado de pilotos consagrados que na altura estivessem em Lisboa. Nesse Roteiro de Lisboa a Goa, na descrição da viagem nas imediações da ilha de Porto Santo, lê-se: "Sabbado, treze de Abril, ..., que a naao não governa" Seguidamente, D. João de Castro regista duas medições e acrescenta: "Tomadas estas duas operações, mandei ao piloto que ao meo dia tomasse o sol, e eu, passando me a poma, para verificar a leveçao do polo deste dia, obrei desta maneira". Segue-se uma meticulosa descrição.

D. João de Castro aplicava um dos métodos aconselhados por Pedro Nunes para a determinação de latitudes, baseado "no conhecimento de duas quaisquer alturas do Sol e da diferença dos seus azimutes tomados nos instantes das observações; na sua aplicação recorria-se a uma poma (esfera armilar dotada de um meridiano móvel) e a um compasso de pontas curvas". D. João de Castro não foi apenas vice-rei da Índia mas observador científico: fez observações sistemáticas da declinação magnética e detectou a perturbação provocada pelas ferragens do navio. Estas e outras dificuldades obrigaram a recorrer à navegação astronómica...
" (O MAGNETISMO TERRESTRE NO ROTEIRO DE LISBOA A GOA - AS EXPERIÊNCIAS DE D. JOÃO DE CASTRO, de Artur José Ruando Rangel, 2008)

Preço:135,00€

Referência:13403
Autor:FRANÇA, Isabella de
Título:JORNAL DE UMA VISITA À MADEIRA E A PORTUGAL. (1853-1854)
Descrição:

Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, Funchal, 1970. In-4º de 270-(4)págs. Encadernação editorial em tecido com dizeres a ouro nas pastas e na lombada. Lombada gasta. Profusamente ilustrado em extra-texto com belas estampas reproduzindo as aguarelas originais de Isabella de França.

Observações:

Obra muito curiosa  que reproduz o manuscrito de um diário de viagem de uma senhora inglesa, datado de meados de oitocentos. Este diário foi escrito e ilustrado por Isabella de França , casada com José Henrique de França um comerciante londrino de origem madeirense e proprietário na ilha. A obra é um retrato muito interessante da vida quotidiana na Ilha da Madeira.

Tradução portuguesa de Cabral do Nascimento, com notas e comentários de Santos Simões.

Preço:30,00€

Referência:12586
Autor:INSO, Jaime do
Título:CHINA
Descrição:

Edições Europa, Lisboa, 1936. In-4º de 396 págs. Belíssima encadernação editorial, decorada a ouro e lavrada a ferros secos nas pastas e lombada.  Livro  impresso em papel couché, primorosamente ilustrado a negro nas páginas de texto e algumas gravuras a cores aplicadas em folhas de cartolina e protegidas por papel vegetal.

INVULGAR.

Observações:

Jaime do Inso foi um oficial da marinha Portuguesa que serviu em Macau e participou na pacificação de Timor em 1912. Era membro da geração de orientalistas portugueses juntamente com nomes como Wenceslau de Moraes, Alberto Osório de Castro e Camilo Pessanha, e escreveu vários livros e opúsculos sobre a China e Macau.

Os seus livros são uma referência para o conhecimento da presença portuguesa no Oriente pois era um verdadeiro apaixonado por Macau e pela China.

 

Do índice:

Introdução — Abordando as terras de Catai; Primeira Parte — A China Antiga; Segunda Parte — A China Moderna; Terceira Parte — Macau, Jóia do Oriente.

“A China absorve-nos, narcotiza-nos, prende e domina, como regra geral, o nosso espírito, invade tudo, o raciocínio e o sentimento, como uma teia invisível que aperta, pouco a pouco, insensivelmente, que nos sufoca, esgota e cansa!
A China é traiçoeira e calma, insinua-se quanto mais se aborrece, deseja-se quando se odeia, aspira-se como uma necessidade, a China, que quase até nos mata!
A China é como uma feiticeira que tem sortilégios, é a cartomante terrível que parece escrever o nosso destino com letras invisíveis: há no seu ambiente um sopro de agoiro, uma agonia, uma tristeza, uma tortura, que se recebem sem custo e com prazer, como uma necessidade fatal da nossa existência.
A China é o mistério que ri e que dança na frente de nós, numa volúpia dolorosa do espírito duende, a China é a mensageira do desconhecido que perturba, enerva, envenena e vence.
A China é tudo isso e muito mais ainda que a minha pena não sabe descrever, a China não se define, só se respira e sente, como um veneno imprescindível a quem uma vez o provou.”

Preço:95,00€

Referência:12391
Autor:OLIVEIRA, João Brazão d'
Título:NARRATIVAS NAVAES
Descrição:

Typographia da Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1908. In. 8.º de 410-(1) págs. Encadernação meia inglesa com lombada em sintéctico azul.

INVULGAR.

Observações:

"Escreveram-se estas Narrativas especialmente para leitura das guarnições dos navios de guerra portuguezes: Não é um livro destinado à escola primaria mas sim para depois de saberem ler aproveitarem algum tempo de folga do serviço, em leitura, que se relacione com a sua profissão; que lhes fale da Historia da Marinha, e dos feitos dos Marinheiros; que as inicie na tradição da Armada...Intimamente ligada com a Historia de Portugal está a Historia da sua Marinha. "

Preço:30,00€

Referência:12370
Autor:PINTO, Fernão Mendes
Título:PEREGRINAÇAO
Descrição:

Gaia, Cosmópolis Editora, 1930-1931. In-8º de 7 volumes. Encadernação inteira em sintético vermelho, com dizeres dourados nas pastas.

Observações:

Nova edição, conforme a de 1614, precedida de uma notícia bio-bibliográfica por Jordão de Freitas.


Peregrinaçam de Fernam Mendez Pinto. Em que se da conta de muytas e muyto estranhas
cousas que vio & ouvio no reyno da China, no da Tartaria, no do Sornau, que vulgarmente se
chama Sião, no do Calaminhan, no de Pegù, no de Martauão, & em outros muytos reynos & senho-
rios das partes Orientais, de que nestas nossas do Ocidente ha muyto pouca ou nenhua noticia.
E também da conta de muytos casos particulares que acontecerão assi a elle como a outras
muytas pessoas. E no fim dela trata brevemente de alguas cousas & da morte do Santo Padre
mestre Francisco Xavier, unica luz & resplandor daquellas partes do Oriente & Reytor nellas
universal da Companhia de Iesus.

Preço:65,00€

Referência:13008
Autor:PIRES, Maria Laura Bettencourt
Título:PORTUGAL VISTO PELOS INGLESES
Descrição:

Instituto Nacional de Investigação Científica, Lisboa, 1981. In-8º de  126 págs. Br. Ilustrado em extra-texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Antologia de textos escritos por Ingleses sobre Portugal, encerrando não só textos literários como tratados, textos sobre a Guerra Peninsular e relatos de viagens.

 

 

Preço:20,00€

Referência:13553
Autor:RATTAZZI, Princesse
Título:PORTUGAL À VOL D’OISEAU. Portuguezes e Portuguezas, seguido das apreciações de Camillo Castello Branco à primeira e segunda edição e da nova carta da princeza aos criticos do seu livro
Descrição:

Typographia Litteraria de C. A. de Moraes, Rio de Janeiro, 1880 In-8º de 296 págs. Encadernação moderna em chagrin preto, meia francesa com dizeres e florões em casas fechadas. Conserva ambas as capas de brochura. BELO EXEMPLAR embora apresente papel ligeiramente acidificado próprio da sua qualidade. PEÇA DE COLECÇÃO

MUITO RARA edição brasileira, a primeira na língua portuguesa.

Observações:

Tradução publicada no Brasil e diferente da edição portuguesa deste polémico livro da princesa rattazzi. Encerra também uma apreciação escrita por Camilo Castelo Branco. Saiu um ano antes da edição portuguesa.

Maria Rattazzi escreveu as memórias das suas estadias em Portugal através de cartas. O livro não agradou à maioria dos intelectuais portugueses dando origem a uma polémica, segundo Inocêncio XVIII, 154:
"QUESTÃO RATTAZZI. - Esteve por differentes vezes em Portugal uma dama estrangeira, de origem italiana ou ingleza, que se apresentou com o título de princeza Rattazzi, dizendo se aparentada com a familia imperial Bonaparte, o que, aliás, segundo consta de informações notorias, as auctoridades francezas não permittiam officialmente. Algumas folhas francezas, hespanholas e italianas tinham falado d'ella a proposito de seus escriptos dados ao prelo, dos seus consorcios e de varios incidentes da sua vida aventurosa. Da ultima vez que se demorou em Lisboa, por 1879, lembrou se ella de escrever um livro de viagem acerca de Portugal: mas, ou por falta de estudo, ou por leviandade, acreditando em esclarecimentos ministrados por pessoas de sua intimidade e de acanhada consciencia quanto aos factos que inculcaram, o certo e que fizeram cair Maria Rattazi em dislates e erros gravissimos, como lhe foi demonstrado. O seu livro, pois, deu margem larga e extensa á publicacão de outras obras de refutação aspera, em que a auctora, apesar do sexo, da idade, do nome aristocratico e da fama de que se fazia cercar, e em que desejava escudár se, padecem duros ataques, sendo os mais vivos, mordazes e acerados os que lhe vibraram sem piedade Camillo Castello Branco e Urbano de Castro, que assignava os seus escriptos sob o pseudonymo Chá Ri Vá Ri."

Preço:125,00€

Referência:12323
Autor:ROCHA, Hugo
Título:NAMASTÊ Roteiro Duma Viagem a Goa
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1953. in-4º de 254-(2) págs. Br.

Observações:

Relato duma viagem que o autor fez a goa como jornalista de "O Comércio do Porto".

Preço:28,00€

Referência:12748
Autor:RODRIGUES, Fernando Peres
Título:POR OUTRAS TERRAS
Descrição:

Lundbeck, Lisboa, 2006. In-4º de 162 págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado  com fotografias a cores. Edição fora do mercado, editada pela Lundbeck para ser distribuídos pela classe médica.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Livro onde o autor reúne fotografias belíssimas tiradas durantes viagens que efectuou em países como o Íemen, Namíbia, Índia, Islândia, Chile, entre muitos outros.

Preço:19,00€

Referência:12394
Autor:S. BERNARDINO, Frei Gaspar de
Título:ITINERÁRIO DA ÍNDIA POR TERRA ATÉ À ILHA DE CHIPRE Introdução e notas de Augusto Reis Machado
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1953. In-8º de 270 pags. Br.

Observações:

Frei Gaspar de S. Bernardino, escritor franciscano português (séc.XVI/XVII), enviado em missão à Índia e que em 1605 inicia a viagem, por terra, de regresso a Lisboa.
"Como eu e meu companheiro tínhamos as licenças largas para o reino, e vimos não ser vontade do Senhor levar-nos a ele por mar, achámos que tudo vinha de sua santa mão, pelo que nos não entristecemos, antes lhe demos graças por assim o permitir. E vendo eu que ao presente tinha caminho aberto, ainda que perigoso, para poder cumprir uns desejos grandíssimos, que sempre tive de visitar os lugares santos de Jerusalém, lancei mão dele nesta boa conjunção."
Esta obra denota o poder de observação de quem a escreve, tornando-se especialmente interessante pelas observações de carácter etnográfico, botânico e zoológico; para além dos comentários mais profundos sobre o que era a acção dos portugueses no além mar nos século XVI.

Preço:29,00€