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Módulo background

UM COLECCIONADOR DE ANGÚSTIAS

em Filosofia

Referência:
13482

Autor:
FIGUEIREDO, Fidelino de

Palavras chave:
Filosofia

Ano de Edição:
1963

18,00€


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Título:
UM COLECCIONADOR DE ANGÚSTIAS
Descrição:

Guimarães & C.ª Editores, Lisboa, 1963. In-8º de 327-(7) págs. Br. Integrado na colecção "Filosofia e Ensaios". Capas com sinais de manuseamento.

 

 

Observações:

Conjunto de interessantes crónicas onde  o autor vai reflectindo, ao longo da sua cronologia pessoal, nos problemas sociais, culturais, filosóficos por que passou.

Do prólogo
"O gosto de coleccionar"
"Quem primeiro juntou ao seu ofício de ganhar o pão o gosto de coleccionar alguma coisa - copos, relógios, caixas de fósforos, selos de correio, ingratidões - fez dois achados preciosos: um motivo de interesse para a existência pardacenta de cada dia e um expediente para apressar o correr da máquina do tempo. [...]
Através das sinuosidades temáticas destas pobres notas, ou deste rosário de angústias e anedotas, há uma unidade. Sem algum critério unificador não se colecciona, reúne-se um confuso «bric-à-brac», ferro velho, sucata das experiências mortas. Essa unidade ou o critério coleccionista poderia ser a composição de um esboço de retrato, que se vai delineando descontínuamente, mas com firmeza em cada traço, de alguma consciência que transpusesse para problemas pessoais seus as grandes dores colectivas, que visse a existência toda como Stendhal viu a batalha de Waterloo."


Índice:
Prólogo: O gosto de coleccionar. I - A rua. II - O mestre desconhecido. III - Mortos e vivos na Academia. IV - Biografia de uma escola. V - «Juventud, divino tesoro». VI - O doente de Alpedrinha. VII - O homem e a bengala. VIII - Falsificação da cultura. IX - A sombra de Fradique. X - Catálise psicológica. XI - A linhagem dos Zagalos. XII - A angústia política. XIII - Lisboa e Madrid através de Angola. XIV - Saloios. XV - A angústia da ventura. XVI - O espírito foi antes carne. XVII - A angústia do irracional. XVIII - Um retrato da Morte. XIX - O túnel. XX - Música e vida. Epílogo: D. Quixote partiu ao anoitecer.

 

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