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Módulo background

LÍNGUA FRANCA

em Fotografia

Referência:
12137

Autor:
sem autor definido

Palavras chave:
sem palavras chave

Ano de Edição:
sem ano de edição definido

24,00€


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Título:
LÍNGUA FRANCA
Descrição:
Encontros de Fotografia, Coimbra, 1997. In-8 de 178-(2) págs. Encadernação editorial com sobrecapa. Profusamente ilustrado ao longo do texto com fotografias a preto e branco.
Observações:
Catálogo da exposição "Língua Franca" dos Encontros de fotografia de Coimbra realizados em 1997 com fotografias de ntónio Leitão Marques, Bruno Sequeira, Dominique Wade, Evandro Teixeira, Fazal Sheikh, Inês Gonçalves, José Maçãs de Carvalho, José Manuel Rodrigues, Mariano Piçarra, Mica Costa Grande, Pedro Vasquez, Sérgio Santimano e Steve Cox e texto de Maria do Carmo Séren.

Língua Franca: quatro séculos em África, duzentos anos no espaço múltiplo do I´ndico ao Pacífico, o português adulterado na sua estrutura, que os holandeses tiveram de usar na propaganda religiosa e civil do seu império. A força e a imposição de um comércio e de um colonialismo feroz e de uma mensagem evangélica que merecia melhor sorte. Que ficou dessa língua comum, hoje mal reconhecida em alguns nomes de família, umas fortalezas arruinadas, catedrais de cenário de cinema, senão umas ou outras palavras sonoras, em breve assimiladas?O Império marcou o europeu, delineou o português. Deu-lhe abuso e humilhação, a força inusitada de um Sol ardente e uma terra húmida ou calcinada, novas constelações para um imaginário exótico; marcou-lhe a ferro a saudade do futuro. Saudade de percursos em solidão, de palmares ao nascer do dia, de anoiteceres bruscos e dolorosos, remorsos de uma codificação deslocada, de não ter guardado limpos de sangue e de miséria cores e cheiros, o vento quente que amolece a alma e revisita o corpo. Saudade do poder, da diferença, da língua nos livros e nas proibições.E no entanto, ao vermos estas imagens, sabemos que ela existe, a língua franca, a passagem da história alheia pelas etnias e pelos cais de desembarque, soterrada nas ruínas e nos padrões de cinco quinas, nos rostos de côr escura e traços das gentes da raia de Trás-os-Montes, dos pescadores de Aveiro ou de Peniche.Aqui a língua franca deixou marcas, nos fotógrafos que levaram consigo os mitos do Império, o exorcismo de um direito que acalentam como histórico, algures no inconsciente colectivo.
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