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POESIA E TEMPO (n.º 1) eCARTA A DORDIO GUIMARÃES de Mário Dias Ramos

em Literatura Portuguesa

Referência:
9368

Autor:
sem autor definido

Palavras chave:
sem palavras chave

Ano de Edição:
sem ano de edição definido

120,00€


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Título:
POESIA E TEMPO (n.º 1) eCARTA A DORDIO GUIMARÃES de Mário Dias Ramos
Descrição:
Edição dos Organizadores(Soc. Gráfica Batalha Lda), Lisboa, 1962. In-8.º de 62(2) págs. Br.
Único publicado. RARO
e
Carta manuscrita (21 x 29 cm) pela frente e verso, assinada no final e datada pelo carimbo dos CTT no sobrescrito (conservado).
Observações:
O lote consta da antologia organizada por Mário Dias Ramos e Dórdio Guimarães com textos de António Ramos Rosa, Fiama Hasse Pais Brandão, Dórdio Guimarães, Maria Teresa Horta, Mário Dias Ramos, Teresa Rita, Olimpio Neves e João Apolinário. Uma das principais manifestações colectivas de poesia experimental, da década de 60.
e de uma carta manuscrita de Mário Dias Ramos para Dordio Guimarães (os organizadores da antologia), é evidente o interesse da carta que se apresenta, e da qual se transcreve o seguinte:
"... hoje, fui informado de que o Herberto Helder havia publicado por estes dias o seu livro. Fiquei alarmado pois se assim é, o fragmento que o Helder deu para "Poesia e Tempo" não pode ser incluido pois deixa de ser inédito. Por outro lado, disseram-me que a Mª Teresa Horta, a Fiama e o Casimiro vão ainda este mês editar livros de poemas. Pergunto: se esses livros sairem primeiro do que a revista não haverá o perigo de estarem os poemas de "Poesia e Tempo" incluidos neles e, portanto, deixarem também de ser inéditos? Não sei se me faço compreender. De qualquer das maneiras telefonarei à tipografiamandando supender o trabalho fe composição. Espero que com a máxima urgência me informe quanto aos três poetas que indico (e o Helder também) se os poemas de "Poesia e Tempo" serão inéditos ou correm o risco de até ao fim do ano serem incluidos em volume. Procura ao Helder e pede-lhe outro poema, pois já publicado e com aquela extensão terem de excluir o pagamento que nos mandou. Isto como se depreende vem acabar do agravar com a máxima urgência notícias sobre o que te exponho ..."

"...Mário Dias Ramos (1935-) natural da Maia, estudou no Porto e aqui iniciou a sua carreira literária e jornalística em finais dos anos 50, colaborando com regularidade em jornais e revistas literárias de que foi redactor ou chefe de redacção, crítico de televisão e de teatro e crítico literário após se ter radicado na capital em 1962. Ao longo de vinte anos, dedicou-se à produção e realização de séries televisivas na área cultural, sendo responsável por programas dedicados a Eça de Queirós, Teixeira de Pascoaes, José Marmelo e Silva, Vergílio Ferreira, António Gedeão e outros, destacando-se ainda, já depois de Abril/74, na realização de programas de divulgação como "Caminhos da Terra Portuguesa", "Ler Portugal" ou "Festas e Romarias de Portugal". Esteve também ligado ao surto do "novo romance" entre nós, em activa participação na defesa dos valores estéticos e literários daquela corrente (na companhia de Alfredo Margarido e Artur Portela Filho) e dentro desses postulados pôde escrever um excelente romance - O Logro (1963) -, saudado com entusiasmo por críticos como João Gaspar Simões, Álvaro Salema, Natércia Freire e Amândio César.Espírito polivalente, mas disperso na consolidação da sua obra, Mário Dias Ramos tem-se repartido por diferentes modos de expressão que bem evidenciam o sentido fragmentário de uma verdadeira vocação literária, mas nos últimos anos tem persistido com regularidade na crónica de intervenção social, cultural e política, de que dá boa conta no seu livro Mandarins & Protozoários, selecção de crónicas publicadas no "Correio do Minho" entre 1993 e 1995..." (Serafim Ferreira)
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