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JOANNEIDA ou A liberdade de Portugal defendida pelo senhor rey d. Joaǒ I. poema epico

em Livro Pré 1850

Referência:
11184

Autor:
ALVIM PINTO, José Corrêa de Mello e Brito de

Palavras chave:
sem palavras chave

Ano de Edição:
sem ano de edição definido

120,00€


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Título:
JOANNEIDA ou A liberdade de Portugal defendida pelo senhor rey d. Joaǒ I. poema epico
Descrição:
Na Real Officina da Universidade, Coimbra, Anno de 1782. In-8º de xvi-445 págs. Br. Encadernação meia inglesa com dizeres e florões dourados em casas abertas.Exemplar com ex-libris na capa interior.
Observações:
"Joanneida, ou a Liberdade de Portugal, defendida pelo sr. rei D. João I: Poema epico. Consta de dez cantos em oitava rima, e contém ao todo 1210 oitavas. N?este poema (pouco menos que ignorado, ou de tal modo esquecido que os exemplares existem na maior parte intactos em Coimbra no armazem da Imprensa da Universidade, e foram ainda ha pouco tempo annunciados no respectivo catalogo a preço de 120 réis (!!!) ao passo que em Lisboa rarissimamente se encontra algum de venda nas lojas dos livreiros) seguiu seu auctor a eschola franceza, e empregou um maravilhoso christão-allegorico, á moda de Voltaire. Os episódios mais notáveis são: a historia de Portugal desde os tempos mais remotos, sua povoação, commércio com os phenicios e carthaginezes, etc. introducção do christianismo conquista dos arabes guerras e victorias dos reis de Leão estabelecimento da monarchia em D. Affonso Henriques, e successos mais notaveis até D. Fernando. Tudo isto occupa os cantos terceiro e quarto do poema. Os amores de D. Pedro I com a bella Ignez, no canto septimo, imitados manifestamente da Henriada. A apparição de D. Affonso Henriques a D. João no canto oitavo, em que lhe relata as glorias da casa de Bragança, o que é tambem outra imitação evidente da apparição de S. Luis na Henriada. A discussão e resolução das côrtes de Coimbra, de que resulta a acclamação de D. João no canto nono. E finalmente a descripção da batalha de Aljubarrota no canto decimo, com cuja victoria termina a acção do poema."
Inocêncio IV, 297
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