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Livros do mês: Março 2020
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Ultramar & Brasiliana - HISTÓRIA

Foram localizados 247 resultados para: Ultramar & Brasiliana - HISTÓRIA

Referência:354
Autor:CONDE DE CAMPO BELLO (D. Henrique)
Título:OS ROBYS
Descrição:Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1936. In. 8.º de 35 págs. Br
Observações:Colecção Pelo Império n.º31 III.
Preço:7,00€

Referência:14362
Autor:CORDEIRO, Luciano
Título:BATALHAS da India: Como se Perdeu Ormuz. Processo inédito do século XVII por ...
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1896. In-8º de XVI, 298 págs. Brochado. Bom exemplar apresenatndo apenas as capas de brochura algumas peuqnas falhas marginais de papel.
Lindíssima edição.

Observações:

Estudo publicado no âmbito das comemorações centenárias do descobrimento do caminho marítimo para a Índia sobre a perda de Ormuz. A publicação desta obra, ilustrada com desenhos e vinhetas de João Vaz, foi patrocinada pela Comissão Executiva do Centenário da Índia

Preço:24,00€

Referência:9784
Autor:COSTA, Augusto da
Título:APOLOGIA DO IMPÉRIO PORTUGUÊS
Descrição:Imprensa Nacional de Lisboa, Lisboa, 1934. In-8º de 36 págs. Br.
Observações:Jornalista e propagandista do Estado Novo. Destaca-se também como romancista. Diretor do jornal A Monarquia, em 1918. Secretário de Salazar em 1933. Colaborador íntimo de Pedro Teotónio Pereira no lançamento do corporativismo. Autor de Portugal Vasto Império.
"a posição geográfica de Portugal dar-nos-á, mais tarde ou mais cedo, sozinhos ou acompanhados, a hegemonia do Atlântico"
Preço:18,00€

Referência:9820
Autor:COSTA, J. Carrington
Título:REALIDADES ACERCA DO ESTUDO GEOLÓGICO DE GOA
Descrição:Junta de Investigações do Ultramar, Lisboa, 1960. In-8º de 40-(1) págs. Br.
Observações:Resposta a um artigo do Boletim de Minas.
Preço:6,00€

Referência:7268
Autor:COSTA, Maria Paula da & PINHEIRO, Susana Marta
Título:ÁFRICA NEGRA - CONTRIBUIÇÃO PARA O CONHECIMENTO HISTÓRICO/GEOGRÁFICO
Descrição:Lisboa. In-8.º de 232 págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto.
Observações:"De forma documentada e acessível aqui se nos apresenta uma obra coerente e importante, sobre África Negra, orientada numa prespectiva em que o público em geral tem acesso, onde todos os países, todas as etnias, todas as crenças e opiniões políticas são apresentadas sem excepção."
Preço:18,00€

reservado Sugerir

Referência:106
Autor:COTTA, Gonçalves
Título:GRITO DE ANGOLA. Cartas aos senhores Kennedy e Khruschtchev.
Descrição:Lisboa, S. d. In – 8.º de 123 págs. Br.
Observações:ILUSTRADO.
Preço:20,00€

Referência:12631
Autor:COUTO, Monsenhor Gustavo
Título:O PLANO COLONIAL DE AFFONSO DE ALBUQUERQUE conferência realisada na sessão inaugural da Semana das Colonias promovida pela Sociedade de Geografia de Lisboa, no dia 13 de Maio de 1929
Descrição:

Edição de autor, Lisboa, 1929. In-4º de 83-(2)págs. Br. Edição cuidada, impressa a duas cores. Ilustrado com 15 gravuras extra-texto.

 

RARO.

 


 

Observações:

Conferência realisada na Sessão inaugural da “Semana das Colonias” promovida pela Sociedade de Geografia de Lisboa, no dia 13 de Maio de 1929.

Do prefácio de Julio Dantas:

“A conferência de monsenhor Gustavo Couto — nobre documento em que resplandece a fé nos destinos da patria — constitui mais um subsidio para o monumento que um dia alguem levantará a essa figura imortal, que não pertence apenas aos portugueses, porque pertence à humanidade ”

 

 

Preço:29,00€

Referência:14208
Autor:CRESPO, Manuel Pereira
Título:PORQUE PERDEMOS A GUERRA
Descrição:

Ed. Abril, Lisboa, 1977. In-8º de 168-(4) págs. Brochado. Rúbrica de posse no anterosto. Ocasionais sublinhados a láis, muito ao de leve. Miolo impecável, quase novo.
INVULGAR

Observações:

Na nota de Abertura

“ ... Em 1961, quando, em Angola, grupos armados puseram em causa a soberania portuguesa, tivemos de responder com uma guerra defensiva que, depois, se estendeu à Guiné e a Moçambique. Essa guerra não resultou do capricho de um chefe político, da ideologia de um regime ou de uma opção baseada em discutível análise de conjuntura. Obedeceu a uma constante da nossa História, que sempre nos conduziu a pegar em armas para defender os territórios de além-mar. (...) Pelas consequências futuras e pelos resultados imediatos, a derrota que sofremos foi das mais desastrosas da nossa História ...”.

Importante para o entendimento da guerra do ultramar e das posições do antigo regime, através da versão do autor que viveu enquanto militar os momentos de guerra. Esta obra foi editada e publicada escassos anos após a revolução de 25 de Abril de 1974 que abriu portas à independência das ex-colónias africanas e, consequentemente, à tomada de poder pelos antigos movimentos guerrilheiros que combateram Portugal de armas na mão, MPLA, PAIGC e FRELIMO, respectivamente em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.

O autor foi militar e intelectual com obra na cartografia da Guiné. Foi depois Ministro da Marinha no governo de Marcelo Caetano de 1968 a 1970, sendo a sua versão uma voz autorizada sobre os assuntos abordadas.

Preço:20,00€

Referência:9747
Autor:CUNHA, Amadeu
Título:MOUZINHO Acção. Pensamento. A Época
Descrição:Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1956. In-8º de 276-(4) págs. Br. Ilustrado com duas fotografias.
Observações:Obra muito exaustiva e interessante sobre a vida de Mouzinho da Silveira.
Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque (Batalha, 12 de Novembro de 1855 - Lisboa, 8 de Janeiro de 1902) foi um oficial de cavalaria português que ganhou grande fama em Portugal por ter protagonizado a captura do imperador nguni Gungunhana em Chaimite (1895) e pela condução da subsequente campanha de pacificação, isto é de subjugação das populações locais à administração colonial portuguesa, no território que viria a constituir o actual Moçambique, e entre outras coisas uma das mais brilhantes figuras militares portuguesas, herói de Chaimite e de Gaza, durante as gloriosas campanhas de África (1894-1895), e um dos mais notáveis administradores coloniais.
Preço:18,00€

Referência:13230
Autor:CUNHA, Silva
Título:ASPECTOS DOS MOVIMENTOS ASSOCIATIVOS NA ÁFRICA NEGRA I E II
Descrição:

Junta de Investigações do Ultramar. Ministério do Ultramar, Lisboa, 1958. 2 volumes de in-8º de 104 e 90 págs. Br. profusamente ilustrados em extra-texto com estampas e mapas desdobráveis a cores e a preto e branco. Capas de brochura com alguns picos de acidez e manchas de água. Com sublinhados ao longo do texto.

Observações:

Estudo muito exaustivo sobre as movimentos associativos na áfrica negra, e em especial em Angola. Movimentos que o autor divide em religiosos, sociais e políticos.

Preço:35,00€

Referência:13856
Autor:D'AURORA, Conde
Título:BRASIL IDA E VOLTA
Descrição:

Livraria Simões Lopes, Porto, 1954. In-8º de 109 págs. Br. Ilustrado em extra-texto com fotos a preto e branco. Capas de brochura com alguns picos de acidez.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR

Observações:

Obra muito curiosa sobre  a viagem efectuada pelo autor ao Brasil em Agosto de 1954. De uma maneira  cronística  o Conde d’Aurora descreve-nos a sua viagem, descrevendo as paisagens das cidades visitadas, retratando  as inúmeras personalidades com quem contactou e descrevendo os acontecimentos em que tomou parte.

Entre outros aspectos, a obra  revela-se muito interessante ver quem eram os autores portugueses mais consagrados ou populares no Brasil por esta altura,  e também das impressões que nos vai apresentando de vários escritores e intelectuais de relevo: Lígia Fagundes Teles, Oswaldo de Andrade, João Cabral de Melo Neto, Almeida Prado, Afrânio Coutinho, António Soares Amora, Wilson Martins, etc.

Preço:17,00€

Referência:14412
Autor:DALGADO, Sebastião Rodolfo
Título:DIALECTO INDO-PORTUGUÊS DE CEYLÃO
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa,1900. In-4º de 259 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada. Conserva capas de brochura.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Estudo filológico muito interessante sobre o dialecto Indo-Português de Ceylão que é enriquecido  com  uma  importante antologia de textos no dialecto de grande interesse literário e etnográfico.

Encerra capítulos sobre Grammatica, Morphologia e Vocabulário e também uma  Anthologia com sermões como: Istori de Rey de Gris e Mestri Douban, Istori de Ourson e Falenteyn, Istori de San Clear de Ilja de Bara, entre muitos outros.

Preço:35,00€

Referência:10703
Autor:DAVIDSON, Basil
Título:À DESCOBERTA DO PASSADO DE ÁFRICA
Descrição:Sá da Costa, Lisboa, 1981. In-8º de233 págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado. Capa ligeiramente danificada.
Observações:Obra de um dos melhores conhecedores de África.
Excerto da recensão ao livro por Adolfo Simões Müller
" ...O cap. 7 é já a evocação da ocupação pelo mundo ocidental. Principia a história do comércio dos escravos. Tudo teria começado em 1441 com Antão Gonçalves, ao capturar africanos para os vender. Mas, a págs. 179, lembra-se que os compradores portugueses "não faziam deles diferença aos servidores livres naturais da própria terra, antes aqueles que cobravam de pequena idade faziam ao diante ensinar a ofícios necânicos; e aqueles que viam dispostos para governar fazenda faziam-nos livres e casavam-nos com mulheres naturais da terra". Creio que se presta aqui a devida justiça à nossa participação no comércio da escravatura, em que, se colaborámos, fomos sem dúvida os menos condenáveis - mesmo à luz da época e das instituições, o que por vezes se esquece. Vem depois um capítulo dedicado à era colonial, à resistência e à independência. Exploradores portugueses como Serpa Pinto, e outros, são apontados como abrindo caminho a uma ocupação em grande escala das terras do interior. Não deve ter sido bem assim. Por último, o livro apresenta os capítulos dedicados ao fim do comércio dos escravos (os britânicos em 1807, os portugueses e os americanos só mais tarde "com mais ou menos vontade", e, já no século 20, à luta pela independência. A propósito da guerra portuguesa diz-se que a resistência africana em 1970 começou em geral a ganhar vantagem. Pra o final, teria contribuído "a acção regeneradora e judiciosa dos oficiais do M.F.A.". Friza-se, mais adiante, que os povos das antigas colónias portuguesas estariam hoje na vanguarda do progresso africano (pág. 228) ..."
Preço:18,00€

Referência:13428
Autor:DIAS, Gastão Souza
Título:CARTAS DE ANGOLA
Descrição:

Edição do autor, Lisboa, 1928. In-8º de 212-(2) págs. Br. Capas de brochura com alguns picos de acidez. Ilustração da capa de Tagarro.
 

INVULGAR.

Observações:

“As Cartas de Angola, foram na sua maioria publicadas em jornais, algumas há bastante tempo já, pecando assim por falta de unidade, não só nos assuntos versados, como também no estilo e na feição em que foram moldadas. Publico-as em volume porque contêm matéria que continua a interessar a Angola e porque nelas pus porventura um pouco do meu coração e da minha alma inquieta de português”.

Preço:30,00€

Referência:12412
Autor:DURÃO, António
Título:CERCOS DE MOÇAMBIQUE DEFENDIDOS POR D. ESTÊVÃO DE ATAÍDE
Descrição:

Minerva Central Editora, Lourenço Marques, 1952. In-8º de 155 págs. Br. Edição conforme a edição original de 1633. Capa de brochura ilustrada com gravura da Ilha de Moçambique no códice de António Bocarro "Livro das Plantas de todas as Fortalezas do Estado da Índia Oriental, 1633.

Observações:

Da Apresentação pelos editores:

Obra qe é uma das mais preciosas peças da biblioteca moçambicana e mesmo de toda a bibliografia sobre os descobrimentos e conquistas portugueses. Para a história, é um documento inestimável, tratando-se, como se trata, de uma narrativa simples e clara, directa e objectiva, feita por um dos soldados que serviam às ordens do capitão--general D.Estêvão de Ataíde.
(...)Cercos de Moçambique escritos por António Durão é um livro geralmente ignorado, até mesmo por curiosos e estudiosos da nossa história. Que saibamos, dele não existe nas bibliotecas da Província, oficiais ou particulares, se não o exemplar da edição de 1633 que se acha no Arquivo Histórico de Moçambique. Por tudo, pois, nos pareceu que seria acto de justiça ao autor e de bom serviço ao crescente empenho que entre nós se verifica pelo estudo das coisas de Moçambique, proporcionarmos ao livro uma maior divulgação e ao público a possibilidade de conhecer a admirável história que António Durão nos conta. Daí, esta nova edição, que vai conforme o exemplar de 1633 pertencente ao Arquivo Histórico de Moçambique, apenascom a correcção de alguns evidentes erros tipográficos.

Preço:24,00€

Referência:12421
Autor:EÇA, Filipe Gastão de Almeida de.
Título:LACERDA E ALMEIDA ESCRAVO DO DEVER E MÁRTIR DA CIÊNCIA (1753-1798)
Descrição:

Tipografia Severo Freitas, Lisboa, 1951. In-8.º de 222-(1) págs. Br.

 

Observações:

Prefácio do Dr. Alberto Iria. Biografia do astrónomo de D. João VI que atravessou África desde Tete até ao seu interior noroeste.

"Apontamentos históricos, biográficos e genealógicos, com algumas notícias e documentos inéditos acerca do insigne explorador das selvas brasileiras e dos sertões africanos."

Preço:39,00€

Referência:14154
Autor:ELLIS, Myriam
Título:A BALEIA no Brasil Colonial. Feitorias, Baleeiros, Técnicas, Monopólio, Comércio, Iluminação
Descrição:

Edições Melhoramentos, São Paulo, 1969. In-º8 de 235 páginas. Ilustado ao longo do texto e à parte, com tabelas e mapas desdobráveis.  Brochado.

Observações:

Uma das poucas obras que abordam o surgimento deste comércio é o livro da historiadora Myriam Ellis, A Baleia no Brasil Colonial, onde encontramos relatos que nos auxiliam a compreender, não só a sua implementação no Brasil, como também a origem deste lucrativo comércio ao todo o mundo. Este livro de Ellis, publicado em 1969, quando muitas das fontes, hoje disponíveis, ainda não eram acessíveis por meio digital, recurso fundamental para o desenvolvimento desta e de outras pesquisas no Brasil actual. Este trabalho é fundamental na medida em que permite o entendimento da mecânica que regia essa atividade e dos recursos necessários para a inserção da pesca da baleia no litoral do Brasil no século XVII.

 

Da wikipédia:

" ... A prática de pescar baleias com arpões foi inaugurada no Brasil no início do século XVII, por influência direta de pescadores bascos instalados na Bahia. Desde o início, precisamente em 1614, a Coroa estabeleceu o Monopólio sobre esta atividade, garantindo o seu controle dos impostos, da qualificação social dos seus administradores e do destino do produto da pesca. A indústria baleeira “foi uma das que Portugal permitiu no Brasil Colonial”. Durante o século XVII, a Bahia foi a principal produtora de óleo, mas, com o aval da Coroa para implementação de novas armações sempre descendo pela costa brasileira, já no século XVIII as principais armações eram as do sul – Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Sabe-se do surgimento no total de 14 ou 15 armações ao longo do litoral brasileiro nestes dois séculos.

O auge da pesca das baleias começa em 1765, ano em que é feita a unificação de todos os contratos de pesca da baleia no Brasil, refletindo a época das reformas pombalinas; a partir daí proliferam construções de novas armações (em Santa Catarina são construídas 4 das 6 ou 7 armações da capitania ). O período de grande produção na indústria baleeira termina no ano de 1789, decaindo sem recuperação a partir daí. Esta queda da produtividade é reflexo, por um lado, da redução do número de baleias pescadas, que se deve à extinção e à concorrência inglesa e norte-americana que pescava as baleias em alto-mar antes de chegarem à costa e estava se maquinizando. E, por outro lado, dos métodos utilizados na confecção do óleo, que são tidos como falhos pelos observadores da época, devido à quantidade de desperdício. Uma causa da falta de competitividade da indústria baleeira brasileira e destas técnicas falhas pode ter sido o privilégio do monopólio que “parece ter-lhe entravado um maior avanço técnico, o que constituiu, tempos depois, um dos fatores de sua decadência” .[10] Com esta queda na produção, aliada à influência do pensamento político-econômico liberal e dos observadores críticos da indústria baleeira, a Coroa extingue o monopólio em 1801.

No século XIX, as armações baleeiras começaram a desaparecer. Para a liberalização desta atividade, as armações foram postas à venda pela Coroa, e, enquanto não havia interessados – como de fato não houve até 1816, a não ser com relação às duas armações no norte – a sua administração ficou com o governo. A maior parte das armações não foram compradas, e a administração, tanto da Coroa quanto do Império, não foi cuidadosa e não conseguiu levantar novamente a indústria baleeira.

Em algumas armações, com a inadimplência dos pagamentos dos administradores locais e dos trabalhadores escravos, havia fugas, e até mesmo utilização da estrutura da armação por pescadores estrangeiros, principalmente norte-americanos. Várias estratégias foram tomadas para se desfazer das armações para interessados particulares, como contratos anuais, arrendamentos, até o desmonte com as vendas das peças e instalações. Ao longo do século, no Rio de Janeiro, São Paulo e em Santa Catarina, as armações foram sendo abandonadas, restando apenas 2 armações na Bahia, que já estavam em mãos de particulares, e continuaram a pequena atividade até meados do século XX..."

Preço:35,00€

Referência:12405
Autor:ENES, António
Título:MOÇAMBIQUERelatório apresentado ao governo
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1971. In-8º de 625-(2)págs. Br. 4ª edição fac-similada pela de 1946. Cadernos por abrir.

Observações:

Relatório sobre Moçambique apresentado ao governo por António Enes.
Excertos do livro:

"(…) a administração (…) e a opinião pública precisam de perder o medo do estrangeiro, o ciúme do estrangeiro, a antipatia ao estrangeiro, quando tiverem de deliberar acerca de Moçambique. O mais que se pode e deve fazer, à cautela, é diligenciar que (…) se estabeleçam estrangeiros de todas as raças e de todas as nacionalidades, e não de uma só, seja ela qual for."
"(…) A estabilidade é especialmente necessária. O comércio e a indústria não podem ter iniciativa afoita estando sujeitos a que o fisco altere o valor das mercadorias alterando os direitos pautais ou outros impostos que sobre elas incidem; onere hoje produtos ou lucros que ontem favorecia com isenções; faça variar largamente encargos que são factores importantes no cálculo das operações mercantis. Já seria um desafogo e uma segurança enormes tornarem-se inalteráveis os regimes tributários ao menos durante períodos certos..."

Preço:28,00€

Referência:14378
Autor:ESTERMANN, Padre Carlos
Título:ÁLBUM DE PENTEADOS DO SUDOESTE DE ANGOLA.
Descrição:

Junto de Investigação do Ultramar, Lisboa, 1960. In-4º de 37 págs, [54] ilustrações. Brochado com picos de acidez. Miolo muito limpo e em excelente estado. As ilustrações com tipos distintos de penteados, são em grande plano e impressas sobre papel couché.

Observações:

Obra magnífica realizada por um dos mais conhecedores da realidade angolana, o Padre Carlos Estermann que dedicou uma grande parte da sua vida no  terreno em contacto com as diversas comunidades étnicas de Angola. Até então, apenas se conhecia dentro do gébnero a obra Etnografia Angolana, editada em Lisboa (1933) da autoria de Fernando Mouta.

Texto em português e francês de Não-Bantos, grupo Ambó , Nhaneca-Humbe , Quipungo Handa , Quilengues-Humbe , Quilengues-Musó, Huila-Gambos e Herero.

Preço:60,00€

Referência:12841
Autor:EVANGELISTA, Júlio
Título:A QUEIXA DO GHANAE A CONJURA CONTRA PORTUGAL
Descrição:

Editorial Verbo, Lisboa, 1963. In-8º de 93-(3) págs. Br. Ilustrado ao longo do texto com mapas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra onde o autor analisa a questão da queixa  apresentada pelo Ghana, em 1961, por alegada existência de trabalho forçado no Ultramar português. Nesta obra defense-se que tudo não passou de uma conjura contra Portugal.

 

Preço:12,00€
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