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Ultramar & Brasiliana - LITERATURA

Foram localizados 104 resultados para: Ultramar & Brasiliana - LITERATURA

Referência:9085
Autor:CARNEIRO, João
Título:AO ENCONTRO DO POEMA
Descrição:Edição do autor. In – 8.º de 51 (6) págs. Br.
Observações:Livro de estreia do poeta em que colige poemas datados de 1969 a 1971.
Preço:20,00€

Referência:9793
Autor:CASIMIRO, Augusto
Título:PORTUGAL ATLÂNTICO. Poemas da África e do mar (Prémio Camilo Pessanha, 1954)
Descrição:Agência geral do Ultramar, Lisboa, 1955. In – 8.º de 162 págs. Br. Ocasionais picos de acidez na capa.
Observações:Augusto Casimiro, foi um poeta, memorialista, jornalista e comentarista político português e destacado opositor ao regime político do Estado Novo.
Fez parte do grupo que fundou a Renascença Portuguesa edo grupo de intelectuais que lançou a revista Seara Nova, que dirigiu entre 1961 e 1967.
Preço:15,00€

Referência:9045
Autor:CASTRO, Martinho de
Título:DIÁLOGO CONTIGO E COMIGO
Descrição:Luanda, 1959. In – 8.º de 39 (1) págs. Br.
Observações:Capa de brochura ilustrada. Ocasionais picos de acidez.
Preço:15,00€

Referência:9544
Autor:CERVEIRA, Honorinda
Título:KIANGALA
Descrição:Agência-Geral do Ultramar,Lisboa, 1971. In-8º de 318 págs. Br. Cadernos por abrir
Observações:Romance.
"Tu lembra quando chega no fim do mês de Janeiro, ou no mês de Fevereiro, e vem kiangala?... Lembra ainda quando o capim fica seco, a terrafica mesmo pó que entra dentro da gente, o céu está mesmo carregado, parece vai chover, e passa um dia, passa dois, um semana, mais um semana, mesmo um mês, e chuva não vem?... A gente olha as nuvem mesmo preta e diz: - Vai vir chuva. E olha a terra seca, mesmo pó, o capim está seco, e o rio não tem água, e o milho ficou marelo, e os bicho está comer as lavra… E não tem chuva. Então um dia a nuvem preta chega bem em cima da fazenda, bem em cima do rio e das lavra, e a chuva já está cair na terra e no rio, e o capim fica já verde, e o milho fica direito e os bicho foge das lavra. E a gente está contente no coração porque a chuva já voltou e kiangala foi embora… É mesma coisa, minina. Quando os bandido vorta na terra deles e a guerra já acabou, os branco vai vortar na fazenda e no mato, e a gente vai ter outra vez as lavra pra cultivar e o trabalho pra fazer. Kiangala vai embora, vem chuva. Guerra acaba, vem trabalho outra vez"
Preço:14,00€

Referência:12512
Autor:CÉSAR, Amândio
Título:NÃO POSSO DIZER ADEUS ÀS ARMAS
Descrição:

Editora Pax, Braga, 1945. In-8º de 76-(4) págs. Br. Integrado na colecção "Metrópole  e Ultramar".

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra distinguida com o Prémio Camilo Pessanha.

NECROLOGIA PARA UM SOLDADO DA ÍNDIA

Os jornais publicaram nomes,
Muitos nomes,
Não se sabe ao certo quantas linhas de nomes:
O TEU NÃO ESTAVA LÁ!

Eram nomes, muitos nomes,
Não se sabe ao certo quantas linhas de nomes!
Eram milhares de nomes de vivos:
O TEU NÃO ESTAVA LÁ!

Nas linhas, muitas linhas de nomes,
Vinham altas patentes e soldados rasos,
Hierarquicamente e por ordem alfabética:
O TEU NOME NÃO ESTAVA LÁ!

Não! O teu nome não podia estar ali:
Tu morreste em Goa, à vista de Goa,
Que morria quando tu morreste.
Por isso ficaste abandonado e só,
Junto de Goa moribunda.

Tão abandonado e tão só
Como a pistola metralhadora,
Agora inútil,
Agora inútil porque tu morreste
E Goa morreu contigo!

Há-de florir, vermelha,
Uma flor nascida do teu sangue.
As folhas serão verdes
Como a última imagem dos teus olhos baços.

É o último reduto,
Será a última bandeira hasteada em Goa,
Na terra ocupada pelo invasor,
Depois que alguém ergueu ao céu azul
A branca bandeira do medo e da ignomínia!

Não vens na lista de nomes,
Em nenhuma das linhas dos nomes:
O TEU NOME NÃO PODIA ESTAR ALI!

Mas, quando uma jovem manducar
Colher a flor vermelha que sobrou do teu martírio,
Aspirar o perfume solene dessa flor cortada
E perder seus olhos pretos no verde das folhas tenras,
ENTÃO SIM, TU ESTARÁS ALI!

Ali ressuscitado,
Ali vigilante como a sentinela,
Até que tornem os fantasmas dos soldados de Albuquerque
Para castigarem o orgulho sacrílego do invasor.

Tu, anónimo soldado,
Morto na terra escaldante de Goa,
És a imagem do Governador
Que à vista dela morreu.
Tu, sim, és da estirpe de Albuquerque,
Nunca vassalo…

Preço:15,00€

Referência:12511
Autor:CÉSAR, Amândio
Título:TERRA VERDE
Descrição:

Editora Pax, Braga, 1969. In-8º de 30-(1) págs. Brochado. Valorizado pela dedicatória autógrafa no frontispício.

Observações:

Conto de Natal escrito por Amândio César, jornalista, poeta, contista, ensaísta e crítico literário, que deixou uma vasta bibliografia e colaboração em numerosas publicações periódicas sobre assuntos africanos e outros não africanos que mereceu prémios Antero de Quental, Camilo Pessanha e outros.

Preço:15,00€

Referência:9111
Autor:CÉSAR, Amândio e AMORIM, Guedes de
Título:NATAL (poema) // OS CEGOS DE RUBIÃES (conto)
Descrição:Publicações Imbondeiro, Sá da Bandeira, Angola, 1964. In-8.º de 29(2) págs. Br.
Observações:N.º 68 da Colecção "Imbondeiro".
Preço:8,00€

Referência:9811
Autor:CORREIA, Afonso
Título:BACOMÉ SAMBU (romance negro)
Descrição:Casa Editora Nunes de Carvalho, Lisboa, 1931. In-8º de 219-(5) págs. Br.
Observações:Romance consideradofortemente paternalista e exótico. Trata-se de um misto de ficção, romance e etnografia sobre os Nalús, tribo que habita o Sul da Guiné.

"Bacomé estava já a caminho amplo das leis dos brancos, aprendendo com eles a raciocinar sobre a vida e encontrando-se à sua protecção do assimilacionismo colonial e, Afonso Correia amiúde, punha na boca das personagens guineenses uma autoconvicção da suainferioridade nata em relação aos brancos. A par disso, associa o seu conceito ocidental de miséria e felicidade as análises que efectua sem qualquer relativismo cultural, de resto, muito comum na literatura colonial da altura. Ao mato associa imaginariamente o perigo, o negro – a cor do guineense –, o leão, o macaco, o exotismo, o medo e o tédio. De qualquer forma, Afonso Correia apresentava sinais de um certo enraizamento africano pois, se por um lado apontava as maleitas do mato, por outro reconhecia que era ali o cadinho onde se depuram as almas agrestes e onde se forma o carácter, no contacto exclusivo com a natureza». Quanto ao conhecimento da alma africana, o livro «Bacomé Sambú» refere-se aos conceitos estereotipados com que a literatura colonial dos primeiros tempos caracterizava o africano. São eles a indolência, os excessos (o sexo, a gula e a extravagância), a sua «infantilidade», que rogava que o negro é uma grande criança e a sofreguidão que atribuía ao negro uma preguiça patológica e a adjectivação de bêbados incorrigíveis. E o facto de esta obra ser profundamente paternalista prova-o o facto de Afonso Correia ter escrito que «os indígenas dançam como crianças, cantam como impúberes, ameigam-se como inocentes… é a nossa bondade que nos impulsiona a que vejamoso indígena como crianças, no campo das responsabilidades» ""... como opinou O Comércio da Guiné, serve-se dum enredo fantasiado em que aparece a paisagem matizada de cacine e a descrição dos usose costumes pitorescos dos nalús. As observações ligeiras que enfeitam todo o motivo estampam-se numa prosa escorreita, e despreocupada""
Leopoldo Amado in A Literatura Colonial Guineense
Preço:20,00€

Referência:13790
Autor:CORREIA, António Mendes
Título:CONTOS E NOVELAS ANGOLANOS
Descrição:

Coimbra Editora, Coimbra, 1955. In-8º de 342-(2) págs. Br. Cadernos por abrir.


PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.

 

Observações:

Livro de contos escrito por um autor português e que vem referido na  "Bibliografia das Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa" de Gerald Moser e Manuel Ferreira. Só tem este livro de ficção publicado, no entanto tem colaborações espalhadas por várias publicações angolanas: "Boletim Cultural do Huambo", "Mensagem. A voz dos naturais de Angola" e "Paralelo 20".

Preço:20,00€

Referência:9074
Autor:COSME, Leonel
Título:GRACIANO
Descrição:Publicações Imbondeiro, Sá da Bandeira, 1964. In8º de 29-(2)págs.br. nº2 da coleção Imbondeiro. Conserva o sobrescrito editorial circulado
Observações:
Preço:10,00€

Referência:10876
Autor:DEVI, Vimala; SEABRA,Manuel de
Título:A LITERATURA INDO-PORTUGUESA
Descrição:Junta de Investigações do Ultramar, Lisboa, 1971. Dois volumes de in-8º de 327-(4) e 448-(4) págs.Br.
Pouco frequente.
Observações:Excelente ensaio sobre uma literatura não muito conhecida, sempre fronteira entre as culturas hindu e ocidental mas também numa cruzamento curioso da experiência cristã com o panteísmo hindu.
Com perto de setentas autores reunidos no segundo volume.Como o dizem os autores no livro:
“Sem dúvida nada mais insólito do que a coexistência na mesma área de cultura do espírito democrático ocidental com o espírito teogónico indiano apoiado numa noção de castas de origem rácica e política e justificadas pela religião ; da universalidade cristã com o circunstancialismo social hindu ; da mentalidade pragmática europeia com a mentalidade conceptualista indiana ; da rigidez moral judaico-cristã com o espírito de tolerância próprio de uma cultura tropical ainda de fortes raízes totémicas ; do puritanismo cristão com o vitalismo do paganismo hindu. Nada mais insólito do que a coexistência de todos estes elementos paradoxais na mesma cultura e no mesmo indivíduo. E, no entanto, produziu-se.”
Na época da sua publicação ganhou o Prémio Abílio Lopes do Rego da Academia das Ciências.
Preço:65,00€

Referência:9121
Autor:DUARTE, Fausto
Título:REVOLTA
Descrição:Livraria Latina, Porto, 1945. In-8º de 310-(2). Com encadernação meia francesa em pele azul decorada na lombada com ferros dourados corridos e floreados conservando as capas de brochura.
Observações:Apresenta um glossário de vocábulos gentílicos utilizados na obra.
"Em 1945, Fausto Duarte fecha o ciclo da sua produção literária colonial guineense com o livro intitulado A Revolta! Mais do que um romance, esta obra é um documento histórico utilíssimo para a História Cultural e das mentalidades subjacentes à guerra de «pacificação» levada a cabo na Guiné, pois, à semelhança das restantes, privilegia o confronto cultural, desta vez não só entre brancos, cabo-verdianos e guineenses, mas fundamentalmente entre as tribos guineenses entre si. De resto, além da colaboração de literária que aponta para a identidade nacional guineense, Fausto Duarte tem o mérito de ter registado, paralelamente a uma literatura de choque culturale civilizacionais, também uma outra literatura de denúncia e apelo à justiça e compreensão raciais".
(Leopoldo Amado - A Literatura Colonial Guineense)
Preço:20,00€

Referência:11338
Autor:Escola Preparatória de Pedro Álvares Cabral
Título:FOI NO TEMPO D'EL-REI AFRICANO
Descrição:São Tomé, 1970. In-fólio de 124 págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto e Com reproduções de ilustrações de arte popular em separado.
Observações:Trabalho colectivo realizado pela Escola Preparatória de Pedro Álvares Cabral, em S. Tomé, nas comemorações do "V Centenário do Achamento destas Ilhas pelos navios de Pêro Escobar e João de Santarém".
Preço:30,00€

Referência:12503
Autor:FERAUD,Marie
Título:CONTOS AFRICANOS Contos e Lendas do Folclore Africano Seleccionados e Adaptados Por...
Descrição:

 Verbo, Lisboa, 1977- In-4º de 155-(2) págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado com belos desenhos a cores e a preto e branco de Akos Szabo. Ostenta uma dedicatória não autógrafa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Interessante colectânea de contos africanos seleccionados e adaptados por Marie Feraud e traduzidos para português por António Manuel Couto Viana, Rui Viana Pereira e Maria Adelaíde Couto Viana.
 

Preço:27,00€

Referência:9345
Autor:FERREIRA, Amadeu
Título:AS ÁRVORES REVERENTES DA CONGO. Romance
Descrição:Editora Pax, Braga, 1967. In – 8.º de 379 págs. Br.
Observações:Capa de brochura ilustrada. Rubrica de posse no rosto.
Preço:15,00€

Referência:9107
Autor:FERREIRA, Jorge
Título:SAUDADE MACUA (poemas)
Descrição:Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1971. In-8.º de 76-(1) págs. Br.
Observações:Prémio Camilo Pessanha 1969
Preço:12,00€

Referência:9075
Autor:FERREIRA, Manuel
Título:TERRA TRAZIDA. Contos
Descrição:Plátano Editora, SARL, Lisboa, 1972. In – 8.º de 222 (1) págs. Br.
Observações:Capa de brochura ilustrada.
Preço:15,00€

Referência:8997
Autor:FERREIRA, Manuel
Título:HORA DI BAI
Descrição:Textos Vértice, Coimbra, 1962. In-8º de 276-(6) págs. br.
Observações:Hora di Bai foi publicado em França com o título “Le pain de l’exode”, tradução de Gilles e Maryvonne Lapouge, edição Castermann. Incluído na lista de “Os livros da Semana” do “Fígaro Literaire”, o romance de Manuel Ferreira foi saudado pela crítica francesa como um modelo do romance neo-realista capaz de levantar os mais graves problemas do homem em sociedade.
(retirado em http://livroditera.blogspot.pt/2006/11/hora-di-bai.html)
Preço:18,00€

Referência:11396
Autor:FIGUEIRA, Luiz
Título:PRINCESA NEGRAO Preço da Civilização em África
Descrição:Coimbra Editora, Coimbra, 1932. n-8º de 430-(2)págs. Br. Ilustrado com fotografias em extra-texto.
Observações:Novela Histórica galardoada com o 2º Prémio na 1ª Categoria do Concurso de Literatura Colonial de 1933.
Esta obra,que versao sobre a importância que o autor atribui à missão civilizadora dos portugueses no continente africano.
"Portanto, vai, talvez, estranhar a novela histórica da Princesa Negra, tão pouco habituado está a este género de literatura selvagem.
É o entrecho de uma tragédia, um drama vivido em plena selva, último cartel da barbarie, e um pouco da vida de colono."
Preço:28,00€

Referência:9081
Autor:GALVÃO, Henrique
Título:O VÉLO D'OIRO. Romance Colonial.
Descrição:Livraria Popular, Lisboa, 1936 . In-8º de 272 págs. Br. Ilustrado por Eduardo Malta.
Observações:Trata-se da 4º edição deste belo romance que mereceu o 1º Prémio de Literatura Colonial em 1933.
Preço:19,00€
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